Close Menu
NCV NewsNCV News
    NCV NewsNCV News
    • Home
    • Destaque
    • Policial
    • Saúde
    • Economia
    • Esportes
    • Política
    • Geral
    • Cidades
    • Internacionais
    • Curriculum
    NCV NewsNCV News
    Home»Destaque»Lula vai ao Uruguai tentar assinar acordo Mercosul-UE
    Destaque

    Lula vai ao Uruguai tentar assinar acordo Mercosul-UE

    BarthimanBarthimandezembro 2, 2024
    Compartilhe
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email WhatsApp
    O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa da assinatura do aditivo contratual que garante o repasse de R$ 3,6 bilhões do Banco do Nordeste para a Transnordestina Logística (TLSA), com o objetivo de garantir a conclusão da ferrovia Transnordestina.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) viaja na 5ª feira (5.dez.2024) para Montevidéu, capital do Uruguai, para participar da 65ª Cúpula do Mercosul. Será a 1ª viagem internacional depois do acidente doméstico em 20 de outubro. Está de olho no possível acordo com a União Europeia para reduzir a cobrança de taxas de importação de bens e serviços mutuamente.

    O petista não conseguiu avançar nas negociações durante a Cúpula de Líderes do G20, no Rio. Agora, deve aproveitar o momento de reunião com o bloco, formado por Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela (que está suspensa). Os países têm acordos de comércio em alguns setores, como o automotivo.

    Na 4ª feira (27.nov), Lula afirmou que a França “não apita nada’ em relação ao acordo. Segundo ele, a Comissão Europeia é quem decide e a presidente, Ursula von der Leyen, pode assinar o texto sem os franceses. Depois, precisa submeter o texto ao Parlamento Europeu.

    O chefe do Executivo quer uma definição ainda em 2024. Para isso, os países precisam avançar nas negociações, já que o calendário deste ano está apertado. Seria necessário chegar a um acerto das duas partes sobre o texto. Se isso ficar para 2025, é grande a chance de novos obstáculos surgirem.

    Diplomatas do Mercosul avaliam que haveria grande chance de que, caso se chegue a um texto, o acordo seria aprovado no Parlamento Europeu, etapa indispensável no caso da UE. Há coalizões de interesses de diferentes partidos e países que defendem a ampliação do comércio do bloco.

    Mas, antes de ser submetido ao Parlamento, o texto deverá passar pelo Conselho Europeu, formado pelos 27 países que integram o bloco. Há controvérsia quanto à obrigatoriedade dessa etapa. O fato é que tem sido seguida em diferentes acordos.

    Espera-se que seja assim no caso da assinatura de um acordo entre o Mercosul e a UE mesmo que seja por uma opção da Comissão Europeia para dar maior legitimidade política ao processo. Pode ser necessária a aprovação no Conselho de uma maioria qualificada, de 15 países.

    A avaliação de diplomatas do Mercosul é que as chances de aprovação seriam favoráveis ao acordo no Conselho. Mas países da UE contrários ao acordo poderiam impor um bloqueio de minoria. São necessários 4 países com 35% da população total da UE para isso.

    A França lidera o grupo de oposição ao acordo. Polônia, Holanda e Áustria tendem a acompanhar. Isso formaria o número de países necessário para o bloqueio, mas seria insuficiente em população. Há chances de que a Itália também participe do bloqueio. Nesse caso, cumpre-se o critério de 35% dos habitantes da UE até mesmo se Holanda e Áustria não participarem do grupo.

    Diplomatas europeus avaliam que não será fácil formar o bloqueio. De fato, o lobby contrário ao acordo é forte. Os agricultores franceses lideram a oposição às negociações. Mas também há muitas pessoas favoráveis ao acordo em vários países, sobretudo em empresas industriais. A avaliação de diplomatas é que esse outro lobby, silencioso, tem chances de fazer seu interesse predominar. Isso poderia impedir a Itália, por exemplo, de participar do bloqueio de minoria.

    Um argumento favorável ao acordo é que há risco de alguns países europeus enfrentarem baixo crescimento e até mesmo recessão nos próximos anos. A saída para isso seria ampliar o comércio com outros países. O Mercosul é um mercado relevante. Alguns políticos também são sensíveis ao risco de recessão e poderão ser convencidos por representantes de empresas sobre a importância do acordo caso seja mesmo assinado pela UE e Mercosul.

    O acordo Mercosul-UE ainda não foi fechado por oposição do presidente da França, Emmanuel Macron (Renascimento, centro). Ele é pressionado por agricultores franceses que temem que a abertura do mercado prejudique os produtos locais.

    Em 21 de novembro, o Carrefour da França disse que não compraria mais carne produzida em países do Mercosul. O CEO da empresa no país, Alexandre Bompard, declarou que os produtos sul-americanos não atendem às exigências e às normas francesas.

    A declaração criou um mal-estar com a diplomacia brasileira. Em nota conjunta, os ministérios da Agricultura e Pecuária e o das Relações Exteriores disseram que o governo se manterá “vigilante’ na defesa da imagem do país.

    Bompard escreveu uma carta com uma retratação formal pelas críticas feitas à carne brasileira. O documento foi entregue pelo embaixador da França no Brasil, Emmanuel Lenain, e ao ministro da Agricultura, Carlos Fávaro. Eis a íntegra do texto (PDF – 70 kB).

    Como mostrou este jornal digital, sem a conclusão do acordo Mercosul-UE, será muito difícil o governo Lula demonstrar que conseguiu levar a política externa brasileira a um patamar mais relevante.

    O último destaque mais amplo foi quando conseguiu emplacar a principal bandeira do Brasil na Presidência no G20: o lançamento da Aliança Mundial contra a Pobreza e a Fome.

    A declaração final foi assinada e aprovada por unanimidade por todos os chefes de Estado, inclusive pelo presidente da Argentina, Javier Milei (La Libertad Avanza, direita), que resistia ao tema.

     

    batanews
    destaque

    Leia também

    Número de professores jovens cai 31% em dez anos, aponta pesquisa

    setembro 17, 2026

    Nova Andradina reúne profissionais para discutir inovação e tecnologia na construção civil

    setembro 17, 2026

    Milho bate recorde, algodão avança e mandioca coloca MS entre maiores do país

    setembro 17, 2026
    Ultimas Notícias
    Destaque

    Número de professores jovens cai 31% em dez anos, aponta pesquisa

    setembro 17, 2026

    O número de professores do ensino médio com até 24 anos caiu 31,1% entre 2015…

    Nova Andradina reúne profissionais para discutir inovação e tecnologia na construção civil

    setembro 17, 2026

    Milho bate recorde, algodão avança e mandioca coloca MS entre maiores do país

    setembro 17, 2026

    PF investiga 2 anos de desvios de encomendas dos Correios em MS

    setembro 17, 2026

    Criança é atacada por abelhas e motociclista leva mais de 40 picadas ao tentar salvá-la

    setembro 17, 2026

    Carro de mãe e filho executados é encontrado com 6,2 kg de crack

    setembro 17, 2026

    Falsa amiga entregava segredos da colega a grupo que a chantageava na internet

    setembro 17, 2026

    MS é 5º na produção de soja do Brasil e Maracaju retoma liderança estadual

    setembro 17, 2026

    Powered by

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    1
    WhatsApp
    Olá 👋
    Podemos ajudá-lo?
    Abrir bate-papo