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    O que levou o dólar a cair abaixo dos R$ 6 e por que isso pode durar pouco

    BarthimanBarthimanjaneiro 23, 2025
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    O mercado de câmbio no Brasil passa por uma trégua. Depois de estourar o nível dos 6 reais no ano passado, chegando a tocar os 6,20 reais, a moeda americana fechou esta quarta-feira cotada a 5,94 reais, com uma queda de 1,40%. É a primeira vez desde dezembro que a divisa fica abaixo dos 6 reais — e a primeira vez que fecha em 5,94 reais desde 27 de novembro, quando bateu a mesma marca. O movimento é resultado de uma pausa na busca por proteção dos investidores, dinâmica que ditou o ritmo dos negócios nos últimos meses e que levou a divisa a acumular alta de 27% contra a moeda brasileira no ano passado.

    O motivo para isso, segundo analistas, é simples: um ajuste. Depois de ter precificado um cenário extremamente hostil para emergentes com a chegada de Donald Trump ao poder nos Estados Unidos, os investidores aproveitam para rever e recalibrar algumas posições, em um movimento de correção de preços “esticados”.

    O espaço para a correção acontece após a posse do republicano na última segunda-feira, que oficializou o início do seu mandato, com a promessa de ser marcado por agendas protecionistas, de desregulamentação da economia, anti-imigração e pró-mercado. Apesar de tudo isso estar em voga, ontem, em especial, os investidores não viram indicações novas do que Trump irá fazer, de modo que o mercado já precificou a agenda “trumpista” desenhada até aqui. Diante disso, para alguns porta-vozes de mercado, houve espaço para a venda de dólares e redução de posições concentradas.

    “Nada em específico aconteceu. Aparentemente, é um ‘desarme’ técnico”, afirma um gestor de uma grande casa multimercado com atuação no Brasil e no exterior, que pediu para não ser identificado. “O mercado está muito ‘comprado’ (em dólar) e não teve fluxo de saída suficiente pra sustentar a alta, depois de toda a venda (de dólar em leilões) do Banco Central.”

    A isso se soma o pessimismo com a situação do Brasil, que enfrenta dilemas fiscais não resolvidos desde o anúncio do tímido pacote fiscal do governo no ano passado. Embora seja um momento sensível para o país, de continuidade de deterioração das contas públicas, boa parte desse cenário também já está nos preços dos ativos brasileiros — o que pode significar que eles embutiram um nível de ceticismo maior do que o necessário.

    “O dólar subiu muito, foi um movimento exagerado”, afirma o analista de investimentos independente Rodrigo Cohen. “Essa alta do dólar já precificou que o governo não conseguiria controlar os gastos, que o arcabouço fiscal não daria certo e que é o que está acontecendo. Então, para mim, o mercado agora está se ajustando.”

    Nada disso significa, porém, que a trégua para o câmbio é duradoura. Na visão de gestores e analistas consultados por VEJA, a valorização do dólar contra o real tem tudo para continuar, à medida que Trump anunciar de fato novas medidas que levem os investidores a se refugiar na moeda americana e conforme a situação fiscal do governo brasileiro piorar. “Não tem notícias, na minha opinião, muito positivas”, afirma Cohen.

    Lá fora, a atenção está especialmente voltada para a condução da política monetária americana, que pode levar o ritmo de queda de juros a se reduzir, conforme decisões tomadas pelo governo provoquem a alta da inflação. Nesse contexto, o aumento do juro americano tem força para “enxugar” a liquidez global, retirando recursos de países emergentes — e motivando uma desvalorização cambial. “Nossa carteira continua ‘long’ (comprada) em dólares contra uma cesta de moedas globais”, afirma o gestor. “Embora não tenham trazido nada novo até agora, o novo governo americano vai fazer o que está falando. Não é retórica. Isso é negativo para ativos brasileiros.”

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