Os atendimentos do Programa Cinturão Ortopédico concentraram-se, no período analisado, principalmente nos municípios de Aquidauana, Coxim, Ribas do Rio Pardo, Sidrolândia, Maracaju e Bataguassu, com destaque para Aquidauana, que registrou o maior volume de procedimentos. A evolução mensal indica crescimento progressivo ao longo do segundo semestre, especialmente a partir de agosto, sinalizando ampliação do acesso e consolidação do fluxo assistencial.
Para o secretário de Estado de Saúde, Maurício Simões, o programa representa um avanço na regionalização da assistência em Mato Grosso do Sul. “Garante atendimento ortopédico de urgência mais próximo da população, com organização da rede, uso racional de recursos e resposta rápida às demandas municipais”, afirmou. A responsável pela Gestão Estratégica da Secretaria de Estado de Saúde, Maria Angélica, reforça que os dados comprovam a efetividade do modelo regional, com redução de deslocamentos e otimização de recursos.
Principais causas dos atendimentos
Entre os diagnósticos mais frequentes (CID-10) destacam-se fraturas da extremidade distal do rádio (220), clavícula (151), dedos (123), perônio/fíbula (72), punho e mão não especificadas (71), metacarpos (66), úmero proximal (57), tíbia distal (48), metatarso (47) e luxação do ombro (44). O perfil evidencia a predominância de traumas de membros superiores e inferiores, reforçando a necessidade de atendimento ágil e especializado.
Municípios solicitantes
As maiores demandas partiram de Miranda (218), Coxim (169), Nioaque (130), Maracaju (129), Bonito (109) e Bodoquena (96), entre outros.
Fortalecimento da rede
O Cinturão Ortopédico integra a estratégia da SES para descentralizar o atendimento ortopédico de urgência, fortalecer serviços de referência e melhorar a resposta assistencial no território.
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