Close Menu
NCV NewsNCV News
    NCV NewsNCV News
    • Home
    • Destaque
    • Policial
    • Saúde
    • Economia
    • Esportes
    • Política
    • Geral
    • Cidades
    • Internacionais
    • Curriculum
    NCV NewsNCV News
    Home»Destaque»Parar de comer quatro horas antes de dormir pode beneficiar o cérebro, sugere estudo
    Destaque

    Parar de comer quatro horas antes de dormir pode beneficiar o cérebro, sugere estudo

    BarthimanBarthimanjulho 28, 2026
    Compartilhe
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email WhatsApp

    Será que o horário das refeições pode influenciar a saúde do cérebro? Um pequeno estudo que será apresentado na NUTRITION 2026, congresso da Sociedade Americana de Nutrição, indica que sim. Pesquisadores observaram que mulheres entre 50 e 79 anos que concentraram a alimentação em uma janela de até nove horas por dia tiveram um desempenho melhor em alguns testes de memória e raciocínio do que aquelas que comeram ao longo de cerca de 12 horas diárias.

    O resultado chama atenção porque as duas estratégias levaram à mesma perda de peso. Ou seja, o possível benefício cognitivo parece estar relacionado ao tempo em que as participantes passaram sem comer, e não apenas ao emagrecimento.

    É importante destacar, porém, que os dados ainda são preliminares. O estudo envolveu apenas 47 mulheres, foi apresentado em um congresso científico e ainda não passou pela revisão por pares, etapa em que outros especialistas avaliam a qualidade da pesquisa antes da publicação em uma revista científica.

    Como foi o estudo

    As voluntárias tinham entre 50 e 79 anos e apresentavam sobrepeso ou obesidade. Todas seguiram uma dieta com redução de aproximadamente 500 calorias por dia durante seis meses.

    A diferença estava no relógio. Um grupo foi orientado a consumir todas as refeições em um período de menos de nove horas, geralmente entre 10h e 18h. O outro manteve um padrão mais comum, distribuindo a alimentação ao longo de cerca de 12 horas por dia.

    Ao final do acompanhamento, ambos os grupos haviam perdido cerca de 7 quilos, em média. Apesar do emagrecimento semelhante, as mulheres que restringiram o horário das refeições tiveram melhor desempenho em testes que avaliam planejamento, organização e resolução de problemas, habilidades importantes para atividades do dia a dia, como planejar tarefas, tomar decisões e encontrar soluções.

    Elas também cometeram menos erros em avaliações de memória e aprendizagem, embora essa diferença não tenha sido suficiente para confirmar um benefício estatisticamente significativo. Já outras capacidades, como velocidade de resposta e habilidade de realizar várias tarefas ao mesmo tempo, permaneceram semelhantes entre os grupos.

    Segundo a coordenadora do estudo, Sue Shapses, da Universidade Rutgers, os resultados sugerem que encerrar a alimentação cerca de quatro horas antes de dormir e concentrar as refeições em uma janela de oito a nove horas pode oferecer vantagens além da perda de peso.

    Isso significa que reduz o risco de demência?

    Ainda não. Embora os pesquisadores levantem a hipótese de que a estratégia possa ajudar a preservar a saúde do cérebro ao longo do tempo, o estudo não avaliou casos de demência nem de doença de Alzheimer. O que foi medido foi o desempenho das participantes em testes cognitivos realizados após seis meses.

    Segundo os pesquisadores, a ideia é plausível. Obesidade, alterações metabólicas e inflamação estão associadas a um maior risco de declínio cognitivo. Além disso, estudos sugerem que respeitar melhor o ritmo biológico do organismo pode trazer benefícios para o metabolismo e o cérebro. Mas ainda não está claro se restringir o horário das refeições é suficiente para reduzir o risco de desenvolver demência.

    “A simples perda de peso já ajuda a retardar parte do declínio cognitivo relacionado ao envelhecimento, e esses dados sugerem que pode haver benefícios adicionais se você parar de comer 4 horas antes de dormir e reduzir a ingestão de alimentos para 8 a 9 horas por dia, em comparação com a janela alimentar usual de 12 horas por dia”, afirmou Sue Shapses, professora da Universidade Rutgers e do Centro Médico Rutgers-RWJ, e principal autora do estudo, em comunicado.

    Os autores da análise pretendem repetir o experimento com um número maior de participantes e investigar quais mecanismos biológicos podem explicar os resultados.

    destaque

    Leia também

    Mercados agrícolas iniciam semana sob pressão

    setembro 19, 2026

    Vender agora ou esperar? Soja entra em zona decisiva

    setembro 19, 2026

    Exame de sangue detecta câncer de pâncreas inicial em 87% dos casos

    setembro 19, 2026
    Ultimas Notícias
    Destaque

    Mercados agrícolas iniciam semana sob pressão

    setembro 19, 2026

    Os mercados agrícolas iniciam a semana sob influência do avanço das colheitas nos Estados Unidos,…

    Vender agora ou esperar? Soja entra em zona decisiva

    setembro 19, 2026

    Exame de sangue detecta câncer de pâncreas inicial em 87% dos casos

    setembro 19, 2026

    Curandeiros da IA se espalham nas redes e colocam a saúde de milhões de seguidores em risco

    setembro 19, 2026

    Estudo relaciona bactéria que afeta estômago a um em cada cinco casos de câncer colorretal

    setembro 19, 2026

    Conselho do São Paulo marca data para votar acordo de R$ 140 milhões com a Ticketmaster

    setembro 19, 2026

    Missão de Renato no Grêmio vai além do campo; saiba qual o plano do técnico

    setembro 19, 2026

    Casal tinha outros três filhos menores de 8 anos além do bebê morto a facadas pelo pai; mãe também foi morta

    setembro 19, 2026

    Powered by

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    1
    WhatsApp
    Olá 👋
    Podemos ajudá-lo?
    Abrir bate-papo