Close Menu
NCV NewsNCV News
    NCV NewsNCV News
    • Home
    • Destaque
    • Policial
    • Saúde
    • Economia
    • Esportes
    • Política
    • Geral
    • Cidades
    • Internacionais
    • Curriculum
    NCV NewsNCV News
    Home»Destaque»Bioinsumos entram em fase de consolidação no agro e já movimentam até R$ 6 bilhões por ano
    Destaque

    Bioinsumos entram em fase de consolidação no agro e já movimentam até R$ 6 bilhões por ano

    BarthimanBarthimanmaio 13, 2026
    Compartilhe
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email WhatsApp

    O mercado brasileiro de bioinsumos já movimenta entre R$ 5,5 bilhões e R$ 6 bilhões por ano, segundo análise da SIA, Serviço de Inteligência em Agronegócios, com base em dados de entidades do setor como CropLife Brasil e ANPII Bio. O valor representa uma fatia próxima de 10% do mercado de proteção de cultivos no país, estimado em cerca de R$ 100 bilhões.

    A expansão do segmento mostra que os bioinsumos deixaram de ser uma tecnologia restrita a nichos ou áreas experimentais e passaram a ocupar espaço relevante dentro do sistema produtivo brasileiro. O avanço da adoção ocorre em paralelo ao aumento do número de produtos registrados, à entrada de novas empresas e à presença crescente de grandes grupos do agronegócio no setor. Clique aqui para seguir o canal do CompreRural no Whatsapp

    Para o diretor executivo da SIA, Bruno Quadros, o mercado entrou em uma nova etapa de maturidade. “Os bioinsumos já são uma realidade consolidada em muitas regiões e cadeias produtivas. O que estamos vendo agora é a aceleração da massificação e da profissionalização desse mercado. Grandes empresas já atuam fortemente no segmento, novas companhias surgem todos os anos e o número de produtos registrados cresce de forma consistente’, afirma.

    Segundo o executivo, a adoção dos biológicos segue uma lógica comum às tecnologias do agro: começa com validações práticas no campo e avança conforme os produtores percebem ganhos agronômicos, econômicos e operacionais.

    “Como toda tecnologia no agro, existe uma curva de adoção. O produtor testa, acompanha o resultado, conversa com outros agricultores e, quando entende onde a tecnologia se encaixa dentro do sistema produtivo, a adoção ganha escala’, observa.

    Na avaliação da SIA, o mercado vive um momento semelhante ao que ocorreu com outras grandes transformações da agricultura brasileira, em que a expansão acelerada tende a ser acompanhada por um movimento de consolidação empresarial nos próximos anos.

    “A tendência é termos um mercado cada vez mais estruturado, com consolidação entre empresas, aumento de investimentos em pesquisa e desenvolvimento e soluções mais específicas para diferentes regiões e manejos’, destaca Quadros.

    Apesar do crescimento, o uso em larga escala ainda exige ajustes técnicos dentro das propriedades. Em muitos casos, o produtor adiciona o bioinsumo ao manejo tradicional antes de redefinir quais produtos químicos podem ser reduzidos ou substituídos ao longo do tempo.

    A diferença no tempo de resposta entre químicos e biológicos também influencia o processo de aprendizagem no campo. Enquanto inseticidas, fungicidas e herbicidas químicos normalmente apresentam efeito mais rápido, os bioinsumos demandam planejamento, construção de ambiente biológico e acompanhamento ao longo do ciclo produtivo. “Os químicos têm uma ação muito mais imediata. O bioinsumo trabalha mais como construção de sistema. Muitas vezes o resultado aparece de forma gradual, ao longo do manejo e das safras’, explica o dirigente da SIA.

    A sustentabilidade também aparece como um dos vetores de crescimento do segmento. Na avaliação da SIA, os bioinsumos ampliam o conjunto de ferramentas já utilizadas pela agricultura brasileira para reduzir impactos ambientais e aumentar a eficiência produtiva. “Os bioinsumos se somam a outras tecnologias já consolidadas no Brasil, como o plantio direto, a integração lavoura-pecuária-floresta e os sistemas regenerativos. Eles passam a fazer parte de um modelo de produção cada vez mais técnico e eficiente’, observa Quadros.

    Outro ponto destacado pela SIA é o avanço de soluções desenvolvidas no próprio país, com cepas adaptadas às condições tropicais e matérias-primas disponíveis no Brasil, reduzindo a dependência externa e fortalecendo a indústria nacional de biológicos. Para a consultoria, o crescimento do setor deve continuar nos próximos anos impulsionado pela busca por produtividade, eficiência de manejo, sustentabilidade e redução de dependência de insumos importados.

    *Escrito por Compre Rural Notícias

    destaque

    Leia também

    Multas por radar aumentam 13% em Nova Andradina.

    maio 13, 2026

    Saúde divulga nota reforçando vigilância e MS segue sem casos confirmados de hantavirose há 7 anos

    maio 13, 2026

    Audiência pública sobre regularização fundiária será realizada nesta quinta (14) em Nova Casa Verde

    maio 13, 2026
    Ultimas Notícias
    Destaque

    Multas por radar aumentam 13% em Nova Andradina.

    maio 13, 2026

    O número de multas aplicadas por radares em Nova Andradina apresentou aumento em 2025 na…

    Saúde divulga nota reforçando vigilância e MS segue sem casos confirmados de hantavirose há 7 anos

    maio 13, 2026

    Audiência pública sobre regularização fundiária será realizada nesta quinta (14) em Nova Casa Verde

    maio 13, 2026

    Campeonato Municipal de Futebol Society abre inscrições e movimenta expectativa entre atletas.

    maio 13, 2026

    Homem morre atropelado na BR-463.

    maio 13, 2026

    Nova Andradina disputa etapa regional de atletismo.

    maio 13, 2026

    Motociclista fica ferido após colisão no centro de Nova Andradina.

    maio 13, 2026

    União Europeia veta compra de carne brasileira a partir de setembro

    maio 13, 2026

    Powered by

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    1
    WhatsApp
    Olá 👋
    Podemos ajudá-lo?
    Abrir bate-papo