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    Home»Destaque»Bolsonaristas de MS celebram prisão de Maduro, provocam PT e deputado simula captura de Lula O JACARé/BY RICHELIEU DE CARLO
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    Bolsonaristas de MS celebram prisão de Maduro, provocam PT e deputado simula captura de Lula O JACARé/BY RICHELIEU DE CARLO

    BarthimanBarthimanjaneiro 4, 2026
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    Políticos da extrema direita de Mato Grosso do Sul celebraram a captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, por militares dos Estados Unidos após bombardeios contra o país. Parlamentares bolsonaristas defendem que a nação vizinha vai passar a vivenciar uma nova era de liberdade.

    As manifestações dos parlamentares aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) contaram com provocação a petistas. O deputado estadual João Henrique Catan (PL) produziu uma imagem em inteligência artificial com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sendo capturado pelos militares dos EUA no lugar de Nicolás Maduro.

    Na bancada federal, o deputado Rodolfo Nogueira (PL) disse que o sábado (3) foi um “grande dia’ para uma “Venezuela livre’. O Gordinho do Bolsonaro aproveitou para provocar o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra. “Tropas Venezuelanas falharam! Agora é a hora do MST entrar!’, declarou o ruralista.

    Um post compartilhado por Rodolfo Nogueira | Deputado Federal MS (@rodolfonogueirams)

    O ataque dos Estados Unidos contra a Venezuela fez até o deputado Marcos Pollon (PL) interromper suas orações e voltar a usar o celular, após anunciar que ficaria quase um mês longe do aparelho. “Viva lá libetad, carajo (sic)’, voltou a vociferar o parlamentar, bem diferente de quando teve um piripaque em seu julgamento no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados.

    Apesar de especialistas apontarem que a que ação do presidente Donald Trump viola todas as normas internacionais e a Carta das Nações Unidas, o deputado Dr. Luiz Ovando (PP) fala em “legalidade e reconstrução democrática’.

    “A prisão de Nicolás Maduro expõe o esgotamento de um regime que destruiu instituições, suprimiu liberdades eproduziu miséria. Justiça exige responsabilização, mas também legalidade e reconstrução democrática. O Brasil deve agir com firmeza moral sem compactuar com autoritarismos’, defende Ovando.

    O deputado e pré-candidato ao governo João Henrique Catan (PL) foi mais além e compartilhou uma foto do presidente Lula sendo capturado pelos militares dos EUA. “Vale a pena ver de novo!’, comentou sobre a imagem produzida por inteligência artificial.

    Um post compartilhado por João Henrique (@joaohenriquecatan)

    Coronel David (PL) seguiu o exemplo do colega de Assembleia Legislativa comparando Lula a Maduro ao compartilhar publicação do pré-candidato a presidente da República Flávio Bolsonaro (PL). “Quando a impunidade cai, a liberdade volta a respirar. 2026 começa mostrando que ditadores não são intocáveis, e a América Latina pode virar a página”, celebrou.

    Pré-candidato a senador, o ex-deputado estadual Capitão Contar (PL) fez coro ao discurso de que os venezuelanos devem passar a viver em liberdade, mesmo sob domínio de uma outra nação. “A retirada de Maduro representa um alívio para o povo venezuelano. Que este seja o início da liberdade e prosperidade na Venezuela!’, disse.

    Um post compartilhado por Capitão Contar (@capitaocontar)

    O ataque dos Estados Unidos contra a Venezuela marca um novo episódio de intervenções diretas de Washington na América Latina. A última vez que os EUA invadiram um país latino-americano foi em 1989, no Panamá, quando os militares norte-americanos sequestraram o então presidente Manuel Noriega, acusando-o de narcotráfico.

    Assim como fizeram com Noriega, os Estados Unidos acusam Maduro de liderar um suposto cartel venezuelano De Los Soles, sem apresentar provas. Especialistas em tráfico internacional de drogas questionam a existência desse cartel.

    O governo de Donald Trump estava oferecendo uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem a prisão de Maduro.

    Para críticos, a ação é uma medida geopolítica para afastar a Venezuela de adversários globais dos Estados Unidos, como China e Rússia, além de exercer maior controle sobre o petróleo do país, que é dono das maiores reservas de óleo comprovadas do planeta.

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