banner_web_ALEMS
Close Menu
NCV NewsNCV News
    NCV NewsNCV News
    • Home
    • Destaque
    • Policial
    • Saúde
    • Economia
    • Esportes
    • Política
    • Geral
    • Cidades
    • Internacionais
    • Curriculum
    NCV NewsNCV News
    Home»Destaque»Brasil terá rombo fiscal mesmo com recorde de impostos em 2025.
    Destaque

    Brasil terá rombo fiscal mesmo com recorde de impostos em 2025.

    BarthimanBarthimanoutubro 19, 2025
    Compartilhe
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email WhatsApp

    O Brasil caminha para ter a maior carga tributária pelo 2º ano seguido, de acordo com economistas consultados pelo Poder360. Em 2024, a arrecadação do governo federal, dos Estados e dos municípios bateu recorde ao atingir 34,2% do PIB (Produto Interno Bruto).

    O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem recolhido mais impostos em 2025, conforme dados da Receita Federal. Mesmo assim, a expectativa é de um rombo de R$ 30,2 bilhões neste ano –perto do saldo negativo de R$ 31 bilhões que pode ter conforme a meta fiscal.

    Para 2025, a equipe econômica liderada pelo ministro Fernando Haddad estabeleceu a meta de zerar o deficit. Contudo, o arcabouço fiscal assegura um intervalo de tolerância de até 0,25% do PIB para o saldo primário –receita menos despesa, desconsiderando o pagamento de juros da dívida.

    “O arcabouço fiscal é uma mera peça ilusória, cheia de furos que são usados para gerar um deficit de R$ 300 bilhões adicionais nesse governo’ , declarou Ecio Costa, economista e professor da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco).

    O peso maior da carga tributária é do governo federal: alcançou 21,4% do PIB no ano passado. A alta foi de 1,5 ponto percentual na comparação com 2023.

    A média da carga tributária dos países da OCDE ( Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) atingiu 33,9% em 2023, último dado disponível. A França lidera o ranking, com 43,8%.

    No mesmo ano, a taxa do Brasil foi de 32,1% –subiu 2,1 pontos percentuais em 2024. O país não integra a organização.

    A trajetória crescente da cobrança de impostos no Brasil não é suficiente para assegurar o equilíbrio das contas públicas. “Mesmo batendo recordes de arrecadação e carga tributária, a conta continua não fechando’ , diz Costa.

    Na avaliação do economista, o aumento dos gastos e a consequente elevação da dívida pesam no descompasso da política fiscal. Ele afirma que a trajetória da dívida pública em relação ao PIB “é galopante’ e, por isso, preocupa.

    A dívida bruta do governo geral (União, Estados e municípios) está em 77,5% do PIB. No governo Lula, aumentou 5,8 pontos percentuais. Em valores absolutos, corresponde a R$ 9,6 trilhões.

    Felippe Serigati, economista e pesquisador do FGV Agro (Centro de Estudos do Agronegócio da Fundação Getulio Vargas), diz que a relação dívida-PIB está em uma trajetória “insustentável’ e que deve levar o país a uma “crise fiscal muito desconfortável’ . Ele cita alguns fatores:

    José Ronaldo de Souza, economista-chefe da Leme Consultores , avalia que a decisão do governo atual de assegurar ganho real ao salário-mínimo acabou pressionando o Orçamento. Para ele, também há um “aumento persistente’ de gastos obrigatórios influenciado por essa medida.

    “Um destaque é para as transferências de renda via INSS, BPC [Benefício de Prestação Continuada] e o programa Bolsa Família. Em relação ao BPC, a indexação ao salário-mínimo, que tem tido aumentos reais nos últimos anos. Há outros programas também, como abono salarial e seguro-desemprego, que também são indexados ao piso nacional’, disse.

    O economista alerta para uma consequente diminuição das despesas discricionárias. “A gente já está tendo problemas até para o funcionamento normal do governo. E isso resulta em pressões para novos aumentos de carga tributária, o que tem acontecido. Então, persistentemente, o governo tem pressionado o Congresso para novos aumentos de impostos, justamente para financiar esse aumento de gastos’ , acrescenta.

    A despesa do governo federal atingiu 32,2% do PIB em 2024. Em valores nominais, equivaleu a R$ 3,78 trilhões. Ao se considerar Estados e municípios, o valor consolidado foi de R$ 5,36 trilhões.

    A trajetória do resultado nominal ­–que inclui o pagamento dos juros da dívida– é deficitária. Em 2024, só o governo federal foi responsável por um saldo negativo de 7,67% do PIB (ou R$ 900,57 bilhões em valores nominais).

    Além do governo central, Estados e municípios também apresentaram deficit no ano passado, mas em menor escala.

    “O gasto do governo federal tende a ser um pouco menos rígido. O peso de folhas de pagamento e previdência em cidades e municípios é bem maior. Mas sobre essa expansão de gasto que acaba pressionando a carga tributária: não é exclusividade do governo federal. Ele não é responsável pela situação fiscal complicada? Não, ele é o maior responsável, mas ele não é o único’ , afirmou Serigati.

    Em 2023, o rombo do governo foi maior na proporção do PIB (8,03%), mas inferior em valores (R$ 878,08 bilhões).

    O resultado nominal do governo federal em 2023 foi o pior desde 2020, ano da pandemia de covid, quando registrou deficit de 13,3% do PIB. Naquele momento, houve uma expansão do endividamento com auxílio à população.

     

     

    destaque

    Leia também

    Riedel destaca avanços do Proleite MS durante agenda na Expogrande.

    abril 17, 2026

    Polícia Civil prende três por violação de sepultura em caso de extrema gravidade em Eldorado.

    abril 17, 2026

    Justiça manda suspender vendas e obras em condomínio irregular às margens do Rio Miranda.

    abril 17, 2026
    Ultimas Notícias
    Destaque

    Riedel destaca avanços do Proleite MS durante agenda na Expogrande.

    abril 17, 2026

    A agenda do gabinete itinerante do Governo de Mato Grosso do Sul na Expogrande, em…

    Polícia Civil prende três por violação de sepultura em caso de extrema gravidade em Eldorado.

    abril 17, 2026

    Justiça manda suspender vendas e obras em condomínio irregular às margens do Rio Miranda.

    abril 17, 2026

    STF decide que piso nacional deve ser pago a professores temporários.

    abril 17, 2026

    Mãe e filha são flagradas furtando supermercado e acabam na delegacia em Ivinhema

    abril 17, 2026

    Confusão com bebida termina em agressões e mobiliza Polícia Militar em Ipezal

    abril 17, 2026

    Marcia Lobo diz que “transtorno” foi erro sobre evento em que estava, não aumento de vereadores

    abril 17, 2026

    Garota de 11 anos morre após ficar com a cabeça presa em janela

    abril 17, 2026

    Powered by

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    1
    WhatsApp
    Olá 👋
    Podemos ajudá-lo?
    Abrir bate-papo