Close Menu
NCV NewsNCV News
    NCV NewsNCV News
    • Home
    • Destaque
    • Policial
    • Saúde
    • Economia
    • Esportes
    • Política
    • Geral
    • Cidades
    • Internacionais
    • Curriculum
    NCV NewsNCV News
    Home»Destaque»Cresce o número de estabelecimentos na cadeia produtiva da cachaça.
    Destaque

    Cresce o número de estabelecimentos na cadeia produtiva da cachaça.

    BarthimanBarthimanagosto 2, 2026
    Compartilhe
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email WhatsApp

    O Brasil tinha 1.583 estabelecimentos registrados na cadeia produtiva de cachaça no ano passado, 272 a mais na comparação com 2024 – o crescimento de 21% é o maior desde 2018.

    O número engloba quem produz a bebida; padroniza cor, aroma e paladar; envasa as garrafas e/ou vende no atacado. Desde 2018, o número de estabelecimentos cresceu 61%

    Os dados são do Anuário da Cachaça publicado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com a elaboração da Secretaria de Defesa Agropecuária..

    O maior número de estabelecimentos estava na Região Sudeste (961), puxado por Minas Gerais (564) e por São Paulo (230). Mais de 62% dos fabricantes, padronizadores, envasadores e atacadistas atuavam naquele estado. A Região Sul tinha 277 estabelecimentos – puxada pelo Rio Grande do Sul (230). No Nordeste, funcionavam 211 estabelecimentos; no Centro-Oeste, 70; e no Norte, 19.

    Em 844 municípios brasileiros, havia ao menos um estabelecimento da cadeia produtiva da aguardente brasileira registrada pelo Mapa.

    Entre essas cidades, Salinas (MG) era o município que tinha mais estabelecimentos da cadeia produtiva da cachaça (27). A cidade no norte de Minas era seguida de perto por Alto Rio Doce, na Zona da Mata mineira, com 25 estabelecimentos; e por Viçosa do Ceará, no topo da Serra da Ibiapaba, no noroeste cearense, com 24 estabelecimentos.

    Em todo o país, a produção de cachaça manteve (em média) 6.232 postos de trabalho em 2025 – 4,4% do total dos empregos na indústria de fabricação de bebidas.

    Produto de exportação
    O Anuário da Cachaça ainda destaca a venda da bebida para o mercado internacional (76 países). Em 2025, as exportações foram de quase 8 milhões de litros – um crescimento de 19,4% sobre o volume exportado em 2024. O faturamento superou os 17 milhões.

    Em valores pagos, os Estados Unidos foram no ano passado o maior comprador. Enquanto o Paraguai foi o país que consumiu o maior volume (1,34 milhão de litros).

    Para o presidente do Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), Vicente Bastos, a exportação da bebida “continua em um patamar pouco expressivo, especialmente quando consideramos o tamanho do setor e o mercado internacional de destilados”, conforme declara em nota à imprensa.

    A nota do Ibrac assinala que “apesar do crescimento no número de estabelecimentos, produtos, marcas e exportações, o Anuário registra que o volume de produção declarado em 2025 foi de 234,48 milhões de litros, redução de 15,77% em relação ao ano anterior.”

    Registro de produtos e saúde
    O conjunto de estabelecimentos elaboradores de cachaça em todo o Brasil tem 8.379 produtos registrados no Mapa.

    É ilegal produzir e comercializar aguardente sem autorização no Mapa. O ministério orienta que a população consuma apenas cachaças que tenham no rótulo o número do registro no ministério.

    Produtos não registrados no Mapa podem ter origem em fabricação clandestina e ser falsificados, como aconteceu entre setembro e dezembro de 2025 nas dezenas de casos de mistura e adulteração de bebidas destiladas com metanol.

    A intoxicação pelo consumo de bebidas adulteradas pode levar a óbito. Por isso, sua ingestão é considerada emergência médica grave: não pode ser tratada em casa. O consumo pode causar cegueira irreversível, falência dos rins e morte se o tratamento não for iniciado nas primeiras horas.

    Para o Ministério da Saúde, não existe quantidade segura para o consumo de qualquer bebida alcóolica. Em caso de dependência, há tratamento gratuito no Sistema Único de Saúde (SUS), nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS AD) e nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

    ECONOMIA BRASIL

    fonte jornaldanova

    destaque

    Leia também

    Após 24 anos, Francis Carlos se despede da Nova FM para cuidar de projetos pessoais

    agosto 2, 2026

    Homem é assassinado com dois tiros em aldeia de Dourados.

    agosto 2, 2026

    Tudo igual! Vasco e Fluminense ficam no 0 a 0 na Copa do Brasil

    agosto 2, 2026
    Ultimas Notícias
    Destaque

    Após 24 anos, Francis Carlos se despede da Nova FM para cuidar de projetos pessoais

    agosto 2, 2026

    Após 24 anos à frente dos microfones da Nova FM, antiga Rádio Excelsior FM, o…

    Cresce o número de estabelecimentos na cadeia produtiva da cachaça.

    agosto 2, 2026

    Homem é assassinado com dois tiros em aldeia de Dourados.

    agosto 2, 2026

    Tudo igual! Vasco e Fluminense ficam no 0 a 0 na Copa do Brasil

    agosto 2, 2026

    Com pênalti perdido, Pantanal perde para Planalto por 1 a 0 em mata-mata do Brasileirão

    agosto 2, 2026

    Pai e criança são mortos a tiro dentro de carro em Cassilândia

    agosto 2, 2026

    Republicanos e União Brasil oficializam casal Hashioka candidatos a deputado estadual e federal em Mato Grosso do Sul

    agosto 2, 2026

    Nova pílula para colesterol é aprovada nos EUA; veja o que muda e quando pode chegar ao Brasil

    agosto 2, 2026

    Powered by

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    1
    WhatsApp
    Olá 👋
    Podemos ajudá-lo?
    Abrir bate-papo