O mercado físico do boi gordo abriu a semana com manutenção do padrão de negócios em grande parte do país, com frigoríficos de menor porte ainda enfrentando escalas de abate encurtadas, o que justifica maior agressividade na compra de gado.
Frigoríficos de maior porte seguem com escalas confortáveis, mantendo boa incidência de animais de parceria. A demanda apresenta sinais de aquecimento, com o consumo doméstico próximo ao auge, enquanto o ritmo dos embarques em 2025 permanece forte, segundo o analista Fernando Henrique Iglesias, da consultoria Safras & Mercado.
Confira as cotações atualizadas em outras praças:
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São Paulo: R$ 312,92 (modalidade a prazo)
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Goiás: R$ 301,25
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Minas Gerais: R$ 302,94
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Mato Grosso: R$ 296,33
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Pará: R$ 296,55
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Rondônia: R$ 286,11
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Tocantins: R$ 296,66
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Bahia: R$ 289,50
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Esses valores refletem a demanda firme no mercado, impulsionada por fatores como exportações aquecidas e consumo doméstico crescente, especialmente com a proximidade do 13º salário e das festas de fim de ano
Segundo Iglesias, o ambiente de negócios sugere elevação de preços no curtíssimo prazo, sustentada pelo auge do consumo doméstico, entrada do décimo terceiro salário, criação de postos temporários de emprego e confraternizações típicas do período.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,65%, sendo negociado a R$ 5,4060 para venda e R$ 5,4040 para compra. Durante o dia, a moeda oscilou entre R$ 5,4025 e R$ 5,4595, acumulando desvalorização de 1,78% na semana.





