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    Home»Destaque»Em MS, moradores fazem ‘malabarismo financeiro’ para driblar preço alto da alimentação
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    Em MS, moradores fazem ‘malabarismo financeiro’ para driblar preço alto da alimentação

    BarthimanBarthimanabril 24, 2025
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    Comprar os alimentos básicos para subsistência está cada vez mais caro. A cesta básica de Campo Grande é 5ª mais cara do país e custa mais de R$ 780 ao trabalhador. Ainda que aconteçam pequenas quedas nos preços, os valores estão bem acima do ideal.

    Itens básicos como arroz, feijão, café, óleo e carnes tiveram aumentos expressivos e comprometem a alimentação do trabalhador. O resultado dos alimentos caros é a insegurança alimentar de populações mais vulneráveis, que muitas vezes não sabem quando será a próxima refeição.

    Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que 157 mil famílias de Mato Grosso do Sul se enquadram nos parâmetros de insegurança alimentar leve, quando é preciso mudar a qualidade dos alimentos oferecidos, mas sem sacrificar a quantidade.

    Na insegurança alimentar moderada, quando há redução da quantidade de alimentos à mesa, o percentual é 4,1% da população de Mato Grosso do Sul, um total de 42 mil casas. Já na modalidade mais grave, configurada pela privação de alimentos até mesmo para as crianças, houve registro de 2,7% dos domicílios, situação encontrada em 27 mil lares.

    Malabarismo no orçamento

    Para quem sobrevive com um salário mínimo ou benefício social, a vida é ainda mais complicada e fazer mercado é um verdadeiro malabarismo. Se antes a aposta era a compra do mês para economizar, agora a estratégia é comprar pouco e conforme a necessidade.

    “Eu compro um pouquinho de cada coisa, mas a carne é o mais difícil, está muito cara”, afirma a idosa Tereza Sales, que mora com o marido e uma neta. Ela substitui alguns produtos, principalmente as proteínas que pesam mais no orçamento.

    A situação também é delicada para quem tem benefícios sociais como renda principal. Mãe solo de uma criança pequena contou ao Jornal Midiamax que recebe benefício e faz diárias para sobreviver. Com a renda apertada, compra o que dá no mercado.

    Por que os alimentos estão caros?

    O economista Eduardo Matos explica que fatores externos afetam diretamente o preço dos alimentos. O principal é o clima, que afeta a produção não só brasileira, como em todo o mundo.

    Um exemplo é o café, que tem grande produção no Vietnã, mas devido às condições climáticas as safras foram afetadas. Com redução na oferta do café, os preços sobem. O ovo sofre o mesmo, mas devido ao milho que é principal insumo da ração dos animais.

    Eduardo ainda informa que outra situação que impacta no prato dos brasileiros é a relação cambial. “O real desvalorizado impacta na relação comercial com outros países e também no preço dos alimentos. E a tendência de que os preços se mantenham em alta, devido à pressão inflacionária”, explica o economista.

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