O gabinete do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu (Likud, direita), comemorou nesta 3ª feira (18.nov.2025) o plano de paz de Donald Trump (Partido Republicano), presidente dos Estados Unidos, para a Faixa de Gaza, além de sua aprovação pelo Conselho de Segurança da ONU na 2ª feira (17.nov).
Em post no X , o gabinete declarou que o plano de paz “levará a paz e prosperidade porque insiste na desmilitarização total, no desarmamento e na desradicalização de Gaza’ e também resultará em uma “maior integração entre Israel e seus vizinhos, assim como a expansão dos Acordos de Abraão ‘.
Israel também disse esperar “receber todos os reféns mortos sem atrasos’ e “encerrar o domínio do Hamas sobre Gaza’ . O gabinete também convidou países vizinhos a “ normalizar suas relações com Israel e a unir-se ao país para expulsar o Hamas e seus partidários da região”.
A Autoridade Palestina elogiou a resolução e afirmou estar pronta para participar da implementação. Em post no X , o Ministério das Relações Exteriores declarou “necessidade urgente de implementar essa resolução no território’ . O plano estabelece o envio de uma força internacional à Palestina.
O Hamas, no entanto, é contrário à resolução dos EUA. Segundo a Reuters , o grupo extremista criticou na 2ª feira (17.nov) a aprovação do documento, alegando que não atende às demandas dos palestinos e busca impor uma tutela internacional sobre o território. “Atribuir à força internacional tarefas e papéis dentro da Faixa de Gaza, incluindo o desarmamento da resistência, retira sua neutralidade e a transforma em parte do conflito a favor da ocupação’ , declarou o Hamas.




