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    Home»Destaque»Manejo de pastagens: como evitar perdas e garantir rentabilidade na pecuária
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    Manejo de pastagens: como evitar perdas e garantir rentabilidade na pecuária

    BarthimanBarthimanmarço 31, 2025
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    O manejo eficiente das pastagens é uma das principais estratégias para garantir o bom desempenho do rebanho na pecuária de corte. A prática impacta diretamente o ganho de peso dos animais, a qualidade da forragem e a conservação do solo, fatores essenciais para a rentabilidade da atividade. O tema foi abordado pelo técnico agrícola e gerente de negócios da Casa da Lavoura Acre, Marcos Vinícius Schmitz, no quadro Raio X da Pecuária, do telejornal Mercado & Cia.

    Segundo Schmitz, o manejo de pastagens é um conjunto de ações que busca manter a produção de capim por área, conservar o solo e garantir alimentação nutritiva e regular para os animais. “O objetivo é obter do rebanho a maior quantidade de carne e leite possível por hectare, sem comprometer o desenvolvimento da forrageira”, conta.

    Entre os principais fatores que influenciam o manejo, ele destaca a escolha da espécie forrageira, a adubação do solo, o controle de plantas daninhas e a lotação animal por área.

    “A escolha da espécie [de forrageira] deve considerar a adaptação ao clima, a resistência a pragas e a palatabilidade para o rebanho. A correção do solo com calcário e a adubação repõem nutrientes essenciais, garantindo o equilíbrio necessário para o crescimento das plantas”, afirma.

    No caso da lotação e pressão de pastejo, o técnico ressalta a importância de ajustes conforme o peso dos animais e o tamanho da área. “Superpastejo pode degradar a vegetação, enquanto o subpastejo leva à perda de forragem”, alerta.

    Estratégias por fase de produção

    Schmitz também pontua que o tipo de manejo varia conforme a fase da produção pecuária: cria, recria ou engorda.

    Nas fazendas de cria, os pastos são maiores e os lotes permanecem de uma a duas semanas em cada área, com alternância entre três ou quatro piquetes. Já na fase de recria, o manejo é mais intensivo, com pastos rotacionados e suplementação proteica e energética.

    “Algumas propriedades utilizam a recria intensiva a pasto (RIP), com suplementação de 1% a 2% do peso vivo por dia, o que acelera o ganho de peso”, diz.

    Na fase de engorda, o manejo pode ser feito com pastagem rotacionada ou convencional, com suplementação adequada para otimizar o desempenho dos animais.

    Tecnologias no campo

    O uso de tecnologias digitais e de monitoramento também tem contribuído para tornar o manejo mais eficiente e sustentável. Entre as soluções adotadas estão monitoramento via satélite, drones, balanças eletrônicas, softwares de gestão e pulverização automatizada.

    Além disso, Schmitz destaca a importância dos sistemas de integração lavoura-pecuária (ILP) e lavoura-pecuária-floresta (ILPF). Esses modelos promovem rotação de culturas, diversificação da produção e melhoria da qualidade do pasto. “Essas estratégias contribuem para o bem-estar animal e para a sustentabilidade das fazendas”, afirma.

    Apesar dos avanços tecnológicos, o gerente reforça a importância do treinamento contínuo das equipes no campo. “As tecnologias não substituem a capacitação da mão de obra. É preciso investir em conhecimento para aplicar as ferramentas corretamente e obter os melhores resultados”, finaliza.

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