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    Home»Destaque»Quaest: Governo Lula tem avaliação negativa para 90% do mercado financeiro, e Haddad tem avaliação positiva para 41%
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    Quaest: Governo Lula tem avaliação negativa para 90% do mercado financeiro, e Haddad tem avaliação positiva para 41%

    BarthimanBarthimandezembro 4, 2024
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    A reprovação do governo Lula (PT) entre os agentes do mercado financeiro cresceu e chegou a 90%, segundo uma pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (4).

    No último levantamento, feito em março, a reprovação era de 26%.

    Outros 3% avaliam o governo Lula como positivo (eram 6% em março) e 7%, como regular (eram 30%).

    O levantamento ouviu 105 gestores, economistas, analistas e tomadores de decisão do mercado financeiro em fundos de investimento com sede em São Paulo e no Rio de Janeiro entre os dias 29 de novembro a 3 de dezembro.

    A margem de erro é de 3,4 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos.

    Números são reação a pacote de gastos, diz diretor da Quaest

     

    Para o diretor da Quaest, Felipe Nunes, os números representam um forte alta na reprovação do governo Lula e a reação do mercado financeiro ao pacote de corte de gastos apresentado na semana passada (leia mais abaixo).

    Entre os entrevistados 86% acreditam que Lula está preocupado com sua popularidade e 29%, com o equilíbrio das contas públicas.

    A avaliação do Congresso também piorou, segundo Nunes, e uma possível explicação é que o mercado acredita que a isenção de imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil deve ser aprovada, mas o aumento da tributação para quem ganha mais de R$ 50 mil por mês, não.

    “Ou seja, o Congresso não parece mais ser visto pelo mercado como o ator fiscalista do país”, afirma Nunes.

    Haddad

     

    A pesquisa também mostra que 41% dos entrevistados avaliaram como positivo o trabalho do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, uma queda de 9 pontos percentuais em comparação ao resultado de março (50%).

    24% enxergam o trabalho do ministro como negativo (eram 12% em março) e 35%, como regular (eram 38%).

    Para 61% dos agentes do mercado financeiro, a força de Haddad está menor do que no início do mandato (eram 14% em março); 35%, veem como igual; e 4%, como mais forte neste período.

    58% acham pacote fiscal nada satisfatório

     

    Segundo a Quaest, 58% consideram o pacote fiscal nada satisfatório e 42%, pouco satisfatório.

    67% dos entrevistados disseram que, após o pacote ser anunciado, vão aumentar investimentos no exterior, 30%, manter e 3%, diminuir.

    Para 85% agentes do mercado financeiro, a isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil salários mínimos – anunciada junto com o pacote – tende a prejudicar a economia brasileira (15% acham que tende a ajudar).

    99%, por outro lado, avaliam que o fim da morte ficta – pensão paga a famílias de militares expulsos –, tende a ajudar a economia brasileira.

    Em relação ao novo arcabouço fiscal, modelo de equilíbrio das contas públicas adotado no início do governo Lula (PT) em substituição ao teto de gastos que vigorava desde a gestão de Michel Temer (MDB), 58% acham que não tem nenhuma credibilidade e 42%, pouca credibilidade.

    Segundo o levantamento, a maioria dos agentes acredita que o arcabouço não se sustenta no longo prazo.

    Percepções sobre a economia

     

    De acordo com a pesquisa, 96% dos entrevistados consideram que a política econômica do país está na direção errada, enquanto 4% acreditam que está na direção certa.

    Para 2025, cerca de 88% dos agentes acreditam que a economia brasileira vai piorar, 10% que permanecerá a mesma e 2% que vai melhorar.

    Em relação à taxa de juros, atualmente em 10,75%, mais da metade dos agentes (66%) prevêem um aumento de 0,75 pontos percentuais, 17% acreditam que subirá 1 ponto percentual e 15% projetam um aumento de 0,5 pontos percentuais.

    Congresso

     

    Os agentes também foram perguntados sobre o desempenho do Congresso Nacional. Veja os números

    • 41% avaliam como negativo (eram 17% em novembro de 2023)
    • 38% como regular (eram 45%)
    • 21%, como positivo (eram 41%)

    g1

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