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    Home»Destaque»Queixa a soldado de Israel foi para criar narrativa, diz embaixada
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    Queixa a soldado de Israel foi para criar narrativa, diz embaixada

    BarthimanBarthimanjaneiro 6, 2025
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    A Embaixada de Israel no Brasil disse neste domingo (5.jan.2024) que a organização responsável por acionar a Justiça contra um soldado do país fez uma exploração da lei para criar uma “narrativa’. O militar deixou o Brasil depois que uma juíza do Distrito Federal autorizou a Polícia Federal a investigá-lo.

    A queixa que levou à investigação foi realizada pela HRF (Fundação Hind Rajab), organização que defende o direito de palestinos. A acusação foi de que ele praticou supostos crimes de guerra na Faixa de Gaza.

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    “O peticionário representa uma organização estrangeira e está explorando de forma cínica os sistemas legais para fomentar uma narrativa anti-Israel tanto globalmente quanto no Brasil’ , disse a embaixada em nota. Leia a íntegra ao fim da reportagem.

    O Poder360 procurou a Fundação Hind Rajab para perguntar se gostaria de se manifestar a respeito da acusação da embaixada. O contato foi realizado pelo canal do site oficial da organização às 18h20. Não houve resposta até a publicação desta reportagem. O texto será atualizado caso uma manifestação seja enviada a este jornal digital.

    Os representantes de Israel no Brasil também disseram que “os verdadeiros perpetradores de crimes de guerra são as organizações terroristas’ , em referência ao grupo extremista Hamas.

    Um soldado das Forças de Defesa de Israel deixou o Brasil neste domingo (5.jan) depois que a Justiça determinou que a Polícia Federal o investigue por supostos crimes de guerra na Faixa de Gaza.

    Na ocasião, um quarteirão residencial foi demolido por explosivos. O local servia de abrigo para palestinos que se deslocaram internamente desde início da guerra.

    A informação é da emissora estatal israelense Kan. Conforme a publicação, sua família disse que ele não chegou a ser preso.

    A determinação para que o soldado fosse investigado foi emitida em 30 de dezembro de 2024, pela juíza Raquel Soares Charelli, do Distrito Federal.

    Segundo o portal Metrópoles, o pedido foi apresentado pela HRF (Fundação Hind Rajab), organização que defende o direito dos palestinos. O soldado israelense estava no Brasil para passar as férias. É acusado de participar de um ataque a um bairro residencial na Faixa de Gaza, em novembro do ano passado.

    No documento, a HRF anexou provas que foram coletadas por meio de uma investigação em dados de Open Source Intelligence –ou seja, em bancos e fontes com informações públicas. A organização argumenta que as evidências comprovavam o envolvimento do soldado israelense.

    O pai do soldado disse ao Canal 12 neste domingo (5.jan) que um amigo que estava viajando com seu filho recebeu uma mensagem de um escritório diplomático israelense dizendo que um mandado de prisão havia sido emitido.

    “Pedi que eles escapassem imediatamente e não ficassem nem mais um momento [no Brasil]’, disse, citado pelo jornal The Times of Israel. O pai afirmou ter recebido uma mensagem do filho na madrugada deste domingo (5.jan) dizendo que havia saído do Brasil.

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