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    Quem é o Novinho do Tinder que seduziu e limpou a conta de 37 mulheres

    BarthimanBarthimanoutubro 1, 2024
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    Considerado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) um dos maiores estelionatários amorosos em ação na capital da República, o Novinho do Tinder colecionou dezenas de vítimas, totalizando 37 mulheres que registraram ocorrências policiais contra ele.

    O número, no entanto, pode ser bem maior. A PCDF não confirma, mas a coluna apurou que o golpista preso preventivamente nesta segunda-feira (30/9) pela 18ª Delegacia de Polícia (Brazlândia) é Marcelo Henrique Freitas Fonseca (foto em destaque), 28 anos.

    Com lábia afiada, o Novinho do Tinder começou a seduzir dezenas de mulheres e provocar prejuízos quando ainda tinha 20 anos. Os estelionatos, segundo as apurações da polícia, começaram em 2017 e se amontoaram nos anos seguintes.

    Aplicativos e sites de relacionamentos eram vistos como o ambiente perfeito para o estelionatário amoroso fisgar suas vítimas.

    Como um predador, o moreno tatuado enredava, seduzia e ganhava a confiança de mulheres escolhidas a dedo por ele após analisar os perfis de cada uma. Emocionalmente frágeis, as vítimas eram convencidas por falsas juras de amor a fazerem uma série de transferências via Pix.

    A reportagem não localizou a defesa do preso. O espaço segue aberto.

    Rede de mentiras

    De origem humilde e dividindo um casebre com a mãe, em um assentamento na área rural de Brazlândia, o criminoso “incorporava” um advogado de sucesso, com escritórios espalhados pelo país. Quando despia o terno imaginário, o Novinho do Tinder contava às pretensas namoradas que comandava empresas especializadas em investimentos na bolsa de valores.

    A investigação, ocorrida no âmbito da Operação Dolus, revelou que o suspeito, após estabelecer breves relacionamentos ou flertes, convencia algumas vítimas a investir em esquemas financeiros, prometendo retornos triplicados em poucas horas. No entanto, os valores investidos não eram restituídos.

    Para movimentar o dinheiro das mulheres, o golpista utilizava as contas bancárias de outras vítimas, persuadindo-as a emprestar suas chaves Pix, sob a alegação de que sua conta própria estaria bloqueada. O estelionatário ainda usava o fato de suas vítimas estarem envolvidas emocionalmente para exigir mais dinheiro, inclusive ameaçando encerrar o relacionamento caso as transferências não fossem feitas.

    Além das acusações de estelionato sentimental, o homem é investigado por furtos diversos, lesões corporais e estupro de vulnerável no contexto da Lei Maria da Penha.

    Nos últimos sete anos, o Novinho do Tinder deixou um rastro de vítimas em várias regiões do Distrito Federal, como Brazlândia, Asa Sul, Cruzeiro, Paranoá, Taguatinga, Samambaia, Ceilândia, Recanto das Emas, Guará e Gama. Apenas em Brazlândia foram identificadas cinco delas.

    Chaves Pix

    A investigação também apurou que, durante os golpes, o criminoso criou 122 chaves Pix para consumação dos golpes. Era comum a troca de linhas telefônicas, inclusive com prefixos de outros estados. Até o momento, o montante já apurado de prejuízo às mulheres do Distrito Federal é de R$ 50 mil.

    No entanto, pessoas próximas ao estelionatário e que sabiam de sua rotina de golpes afirmaram que o novinho havia aplicado um golpe de R$ 80 mil em uma médica de São Paulo. A Polícia Civil, porém, não conseguiu localizar a suposta vítima.

    Em 2023, a 2ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) manteve decisão que já havia condenado o golpista por crime de estelionato sentimental contra uma mulher. A decisão estabeleceu pena de 1 ano e 9 meses de reclusão, em regime aberto, além da reparação de danos à vítima, no valor de R$ 1,4 mil.

    batanews

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