‘Eu não acho que um homem de 81 anos deveria estar dirigindo um país tão importante quanto o Brasil. É um trabalho desafiador, estressante. Ninguém traria um CEO dessa idade para uma das maiores empresas do mundo, mas estamos elegendo líderes dessa idade.
Os mercados reagiram mal, e acho que a punição será severa se Lula não mudar o tom rapidamente. Há muita corrupção. E não dá para se empolgar com Lula sem reconhecer o quanto o Supremo Tribunal Federal e seus ministros se tornaram ilegítimos — muitos dos quais politicamente alinhados com Lula.
O Congresso eleito é de maioria de direita. E o STF, mergulhado na crise do escândalo do banqueiro Daniel Vorcaro, é um problema que Lula terá de enfrentar de frente. E será um dano severo à democracia brasileira se não o fizer.
Lula fez muitas promessas de gasto fiscal para garantir a vitória, e elas não são sustentáveis” – Ian Bremmer, fundador e presidente do Eurasia Group, a maior consultoria de risco político do mundo
Arroubos à parte, nem os maiores defensores do “legado petista” na história do País podem negar o estrago provocado pelas ações dos ministros Cristiano Zanin (Determinação da prorrogação do prazo das eleições do 2º turno anunciados às 16h57) e Alexandre de Moraes (Notificação para que Flávio Bolsonaro entregasse seus passaportes) no ambiente das eleições presidenciais de 2026.
Da mesma forma, os mesmos defensores do “legado” sabem que os mais de R$ 411 bilhões gastos por Lula para se reeleger e a campanha de disseminação de mentiras e notícias falsas implementada por André Janones através do seu “exército do Lula” alavancaram a vitória petista.
Vale lembrar que a rede de proteção social do Brasil é considerada uma das maiores e mais abrangentes do mundo. A marca de mais de 94 milhões de brasileiros registrados ou vinculados a benefícios federais pelo Cadastro Único (CadÚnico) evidencia uma escala de assistência que supera a população inteira de nações populosas como o Egito ou a Alemanha.
Portanto, num futuro breve os estudiosos da história do Brasil entenderão que o “caldo” formalizado pela simbiose Lula & Petismo para garantir a vitória nas eleições de 2027 foram alavancadas pela disseminação de mentiras, pelo medo imposto aos 94 milhões de beneficiados dos programas assistenciais do governo federal e pelo ativismo escancarado, vergonhoso e abominável de alguns membros do Poder Judiciário.
O crash do Ibovespa nesta última 2ª feira (13,88%) motivado pela reação do mercado à reeleição do presidente Lula, provocou um encolhimento histórico de R$ 734 bilhões em valor de mercado das empresas listadas na B3 em um único dia. Esta foi uma das maiores perdas nominais e reações negativas da história recente do mercado brasileiro, comparável a períodos de forte estresse como o choque inicial da pandemia de COVID-19 em março de 2020.
Os mais afoitos defensores do petismo devem ser lembrados que alguns dos maiores e notórios escândalos recentes dos assaltos aos cofres públicos não foram extintos com a eleição para o 4º mandato, destacando-se:
Além destes dentre outros escândalos os petistas também foram denunciados nos escândalos do “Mensalão” (2002), “Petrolão e Lava Jato” (2014) e “Pedaladas Fiscais e Impeachment” (2015/2016).
Impeachment
Em Brasília, 10 entre cada 10 parlamentares atuais e os recém eleitos, conversam já abertamente sobre a similaridade entre a crise que provocou o processo de impeachment contra Dilma Rousseff com a condição fiscal que espera por Lula a partir do início do seu 4º mandato:
“A análise comparativa entre as denúncias de ‘pedaladas fiscais’ que fundamentaram o impeachment de Dilma Rousseff em 2016 e o cenário fiscal do início do quarto mandato de Lula aponta para paralelos políticos e retóricos.
A oposição e partidos aliados têm apresentado representações formantes que acusam o governo federal de cometer manobras assemelhadas a ‘pedaladas’ para contornar restrições fiscais. Abaixo estão destacados os principais pontos de similaridade e as distinções essenciais entre os dois momentos econômicos e jurídicos:
Pontos de Similaridade (O que aproxima os cenários)
Paulo Junqueira, Cidadão Paulistano
Nesta próxima 5ª feira (5) o advogado, produtor rural e presidente do Sindicato Rural de Ribeirão Preto, recebe no Salão Nobre do Palácio Anchieta o honroso título de Cidadão Paulistano. A indicação do título que será concedido partiu para iniciativa do vereador Lucas Pavanato recém eleito deputado federal pelo PL com precisos 3.038.438 votos. Ele também é o deputado federal mais votado da história de São Paulo.
O Título de Cidadão Paulistano é a mais alta honraria concedida pela Câmara Municipal de São Paulo. Essa homenagem funciona como uma ‘adoção oficial’ da cidade, sendo destinada exclusivamente a pessoas que não nasceram na capital paulista, mas que desenvolveram uma atuação significativamente relevante e trouxeram contribuições de grande impacto para a sociedade local.
A honraria carrega os seguintes significados e critérios:
Grandes nomes da cultura, da política e do esporte que nasceram em outros estados ou países — como Lima Duarte, Ariano Suassuna e Nelson Mandela — já foram condecorados com esse título em reconhecimento ao laço definitivo que criaram com a cidade de São Paulo (IA Google)
(Ronaldo Knack é Jornalista e bacharel em Administração de Empresas e Direito. É também fundador e editor do BrasilAgro, o site nº 1 do agro brasileiro; 30/10/26)




