Close Menu
NCV NewsNCV News
    NCV NewsNCV News
    • Home
    • Destaque
    • Policial
    • Saúde
    • Economia
    • Esportes
    • Política
    • Geral
    • Cidades
    • Internacionais
    • Curriculum
    NCV NewsNCV News
    Home»Destaque»Zanin atende a pedido de Lula e suspende desoneração da folha de empresas e prefeituras
    Destaque

    Zanin atende a pedido de Lula e suspende desoneração da folha de empresas e prefeituras

    BarthimanBarthimanabril 26, 2024
    Compartilhe
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email WhatsApp

    ( FOLHAPRESS) – O ministro Cristiano Zanin, do STF (Supremo Tribunal Federal), atendeu a pedido do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e suspendeu nesta quinta-feira (25) trechos da lei que prorrogou a desoneração da folha de empresas e prefeituras.

    A ação foi apresentada ao Supremo nesta quarta (24). A petição foi é assinada pelo próprio presidente e pelo chefe da AGU (Advocacia-Geral da União), ministro Jorge Messias.

    O principal argumento é que a desoneração foi aprovada pelo Congresso ‘sem a adequada demonstração do impacto financeiro’. O governo diz que há violação da LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) e da Constituição.

    Na decisão liminar -ou seja, provisória-, Zanin considerou que, sem indicação do impacto orçamentário, poderá ocorrer ‘um desajuste significativo nas contas públicas e um esvaziamento do regime fiscal constitucionalizado’.

    A suspensão tem efeito imediato. Zanin, porém, submeteu a decisão aos colegas. Os demais ministros vão analisá-la em sessão virtual que se inicia na madrugada desta sexta-feira (26) e termina no dia 6 de maio.

    A liminar levou a reações de congressistas e de setores produtivos. Para o presidente do Senado e também do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), trata-se de um ‘terceiro turno’.

    Ao fundamentar a decisão, o ministro que foi advogado de Lula nos casos da Lava Jato afirmou que, em 2000, ‘o país passou a buscar a responsabilidade fiscal com a valiosa participação do Congresso Nacional’, citando a lei que trata do tema.

    Ele acrescentou que, no entanto, ‘as regras fiscais aprovadas naquela oportunidade passaram por um processo de flexibilização ao mesmo tempo que houve um aumento desordenado de despesas públicas nos últimos anos’.

    Zanin menciona, então, a regra do teto de gastos, aprovada pelo Congresso em 2016, durante a gestão Michel Temer (MDB), que limitava o crescimento das despesas do governo federal.

    ‘[A emenda à Constituição do teto foi] aprovada em prazo exíguo e num momento político conturbado do país, tudo para reforçar a intenção das Casas Legislativas de promover o efetivo controle das contas públicas.’

    Segundo o ministro, ‘a diretriz da sustentabilidade orçamentária foi, portanto, eleita pelo legislador como um imperativo para a edição de outras normas, sobretudo aquelas que veiculam novas despesas ou renúncia de receita’.

    Zanin afirmou ainda que cabe ao STF ter ‘um controle ainda mais rígido para que as leis editadas respeitem o novo regime fiscal’. Hoje, no país vigora o chamado arcabouço fiscal.

    A desoneração da folha foi criada em 2011, na gestão Dilma Rousseff (PT), e prorrogada sucessivas vezes. A medida permite o pagamento de alíquotas de 1% a 4,5% sobre a receita bruta, em vez de 20% sobre a folha de salários para a Previdência.

    A desoneração vale para 17 setores da economia. Entre eles está o de comunicação, no qual se insere o Grupo Folha, empresa que edita a Folha. Também são contemplados os segmentos de calçados, call center, confecção e vestuário, construção civil, entre outros.

    A prorrogação do benefício até o fim de 2027 foi aprovada pelo Congresso no ano passado e o benefício foi estendido às prefeituras, mas o texto foi integralmente vetado por Lula. Em dezembro, o Legislativo decidiu derrubar o veto.

    Em reação, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, enviou uma MP ao Congresso, propondo a reoneração gradual da folha de pagamentos e a consequente revogação da lei promulgada após a derrubada do veto.

    A medida, anunciada em 28 de dezembro do ano passado, valeria a partir de 1º de abril.

    O novo texto sofreu resistências do Congresso, e o governo precisou revogar o trecho da reoneração das empresas na tentativa de buscar um acordo político. Ao mesmo tempo, o Executivo enviou um projeto de lei tratando da redução gradual do benefício.

    No início de abril, Pacheco desidratou ainda mais a MP e decidiu derrubar do texto o trecho que reonerava as prefeituras.

    A decisão do governo de judicializar o tema vem depois da constatação de que não foi possível chegar a um acordo político com os congressistas. A iniciativa já provocou protestos.

    TERCEIRO TURNO

    Pacheco, em nota, disse que o governo ‘erra ao judicializar a política e impor suas próprias razões, num aparente terceiro turno de discussão sobre o tema da desoneração da folha de pagamento’.

    Ele disse que respeita a decisão de Zanin e que buscará apontar os argumentos do Congresso.

    ‘Mas também cuidarei das providências políticas que façam ser respeitada a opção do parlamento pela manutenção de empregos e sobrevivência de pequenos e médios municípios’, afirmou Pacheco, que vai se reunir nesta sexta (26) com o setor jurídico do Senado e convocará uma reunião de líderes.

    Relator da proposta no Senado, Ângelo Coronel (PSD-BA) disse que o governo ‘prega a paz e a harmonia e age com beligerância’.

    ‘Esperamos que a maioria do STF derrube essa ADI [ação direta de inconstitucionalidade] proposta pelo governo federal que não acatou a decisão da maioria esmagadora da Casa das leis’, disse.

    Já o deputado federal Joaquim Passarinho (PL-PA), presidente da FPE (Frente Parlamentar do Empreendedorismo), afirmou que o movimento do Executivo em buscar o Judiciário ‘contribuirá para prolongar o tensionamento nas relações com o Legislativo’.

    Em nota, a presidente da Feninfra (Federação Nacional de Call Center, Instalação e Manutenção de Infraestrutura de Redes de Telecomunicações e de Informática), Vivien Melo Suruagy, disse a decisão ‘vai estimular a quebra de empresas e causar demissões’, afirmou Suruagy.

    A ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal) lamentou a decisão. ‘Isso impactará na competitividade das cadeias produtivas, com possíveis efeitos negativos sobre a manutenção dos empregos e potenciais efeitos inflacionários’, afirmou a entidade.

    Leia Também: Zanin será relator de ação do governo contra desoneração

    batanews

    destaque

    Leia também

    Em Campo Grande, deputado Hashioka visita entidades sociais que transformam vidas

    abril 10, 2026

    Gás de cozinha sobe e botijão chega a R$ 130 em Nova Andradina.

    abril 10, 2026

    Corinthians vence Platense na estreia da Libertadores 2026.

    abril 10, 2026
    Ultimas Notícias
    Destaque

    Em Campo Grande, deputado Hashioka visita entidades sociais que transformam vidas

    abril 10, 2026

    Na tarde de quinta-feira, 9, o deputado estadual Roberto Hashioka (Republicanos) cumpriu agenda em Campo…

    Gás de cozinha sobe e botijão chega a R$ 130 em Nova Andradina.

    abril 10, 2026

    Corinthians vence Platense na estreia da Libertadores 2026.

    abril 10, 2026

    Saúde: os cânceres que lideram os processos por acesso a tratamentos

    abril 10, 2026

    Canabidiol mostra potencial para reverter danos do Alzheimer em estudo experimental

    abril 10, 2026

    Sexta-feira de sol, ventos e chance de chuva isolada em Mato Grosso do Sul

    abril 10, 2026

    Motorista morre e dois ficam feridos em acidente entre carro e carreta

    abril 10, 2026

    Pequena dose de antibiótico tem bons resultados em tratamento do pânico, diz estudo

    abril 10, 2026

    Powered by

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    1
    WhatsApp
    Olá 👋
    Podemos ajudá-lo?
    Abrir bate-papo