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    Home»Destaque»Mosquito de estimação. A dengue vai e volta
    Destaque

    Mosquito de estimação. A dengue vai e volta

    BarthimanBarthimanabril 26, 2024
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    Podemos dizer que os humanos ‘domesticaram’ populações de mosquitos involuntariamente quando começaram a ficar cada vez mais juntos e ao armazenar grandes quantidades de água. As primeiras civilizações forneciam um estoque quase interminável de sangue e ninhos para as fêmeas. Recentes estudos sugerem que o ‘aedes aegypti’, o mosquito da dengue, é originário da África. Há os que preferem picar humanos e há os ‘generalistas’, picam qualquer animal. Os mosquitos especialistas se concentravam no norte da África. Com a seca, que criou o Saara, ele foram morar no Egito, dai o nome ‘aegypti’ .

    Escravidão espalhou o mosquito. Além de escravos, os traficantes trouxeram uma bomba escondida nos navios. Sabemos que o espalhamento desse mosquito só ocorreu no século XVII – em especial, com o tráfico de escravos para as Américas. O mosquito picava todos que estavam nos navios e depositavam suas larvas no barris de água que carregavam nessas viagens. A América do Sul e a Central são ambientes perfeitos para eles, adoram viver entre 22 e 32 graus Celsius.

    Vai e volta. O Brasil foi um dos pioneiros no combate ao aedes aegypti, não por causa da dengue, mas devido à febre amarela. Tinha uma letalidade de 40%. Apesar de bem intencionado, os brigadistas que combatiam o mosquito, entravam nas casas à força e criaram enorme repúdio a seus atos nos tempos de Oswaldo Cruz. Nas décadas seguintes, surgiu um inseticida barato e eficaz: o DDT. Mas esse veneno era cancerígeno. Seja como for, o fato é que erradicaram o aedes aegypti do Brasil. Já vai tarde mosquito.

    Só que a Venezuela, Cuba, República Dominicana e a Flórida norte-americana nunca erradicaram esse mosquito. E ele reapareceu em 1,967 no Pará. Por um bom tempo as autoridades de lá conseguiram contê-lo. Em 1.981, todavia, veio a primeira onda de dengue. Começou em Boa Vista, Roraima, e nunca mais conseguimos segurá-lo.

    Mário Sérgio Lorenzetto / Campo Grande News

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