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    Nove em cada 10 jovens não poupam para aposentadoria, mas querem começar

    BarthimanBarthimanabril 20, 2026
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    Apesar do discurso crescente sobre educação financeira, a aposentadoria ainda é um tema distante para a maioria dos brasileiros — especialmente entre os mais jovens , é o que mostra um estudo da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) em parceria com o Datafolha, a 9ª edição do ‘Raio X do Investidor Brasileiro 2026’.

    Os dados destacam que há uma clara intenção de começar a poupar, mas pouca ação concreta até agora. A maior parte da população (84%) simplesmente ainda não iniciou qualquer planejamento nesse sentido, o que reforça a ideia de que o tema segue sendo adiado dentro da jornada financeira.

    Entre as gerações, esse comportamento fica ainda mais evidente. Apenas 12% da geração Z, aqueles nascidos entre 1997 e 2010, já começaram uma reserva financeira . Em segundo lugar, estão os boomers (15%), aqueles nascidos em 1961 ou antes, Na sequência, aparecem os millenials, entre 1982 e 1996, com 18% dos respondentes, junto com a geração X (entre 1962 a 2981).

    Mas eles demonstram preocupação com o futuro e intenção de construir uma reserva: 66% da geração Z ainda não começou uma reserva para se aposentar, mas pretende começar. Já entre os mais velhos, esse número de intenção de juntar dinheiro é menor: millenials (58%), geração X (49%) e boomers (29%).

    Outro ponto relevante é que, mesmo entre aqueles que já começaram a se organizar, a escolha dos produtos indica um viés conservador e pouco estratégico. A poupança segue como principal destino desses recursos, mostrando que o investidor brasileiro ainda associa aposentadoria mais à segurança imediata do que à construção eficiente de patrimônio no longo prazo.

    + Dívidas atingem mais de dois terços dos brasileiros, aponta pesquisa

    Mas os números da perspectiva financeira do brasileiro como um todo ainda são desanimadores. O relatório também mostra que um terço da população ainda não tem reserva financeira.

    Dos que têm dinheiro guardado, 10% possui reserva para menos de uma semana, sendo o mesmo número que conseguem cobrir até um mês. Esse montante sobe para 12% de quem têm entre um e dois meses, e também de quem têm entre três a cinco meses.

    O valor é melhor para quem têm entre seis meses e um ano (15%), mas cai drasticamente para quem possui reserva para um a dois anos (6%), e é menor ainda para cinco anos ou mais (3%). Especialistas dizem que, o ideal, é que o investidor tenha reserva para cobrir pelo menos seis meses do nível de renda atual.

    Os maiores afetados? As classes mais baixas: quase metade da população das classes D e E não tem reserva financeira – mas as classes A e B ainda entram no combo. Entre as gerações, a X, entre 45 e 64 anos, é a que menos tem reserva financeira (37%), enquanto os millenials, entre 30 e 44 anos, figuram em segundo (28%) e os boomers, com 65 ou mais, e a geração Z, entre 16 e 29 anos, aparecem como terceiro lugar (17%)

    O Brasil terminou o ano passado com 60,6 milhões de investidores, o que representa 36% da população (em 2024, esse percentual era de 37%). Já os que não investem, 63% da população, chegam a 107,7 milhões.

    Do número de investidores, em 2026, 46,1 milhões devem continuar investindo, enquanto 23,2 milhões serão novos entrantes e 14,5 milhões deixarão de investir – resultando em 8,7 milhões de novos investidores.

    Mas as expectativas versus a realidade deixam a desejar. A expectativa de crescimento do percentual de investidores era: +3% (2022), +5% (2023), +4% (2024), +2% (2025) e 6% (2026). Já a realidade foi 5% (2022), 1% (2023), 0% (2024), -1% (2025) e ainda sem projeção para 2026.

    Quando observado os produtos financeiros, o conhecimento sobre eles, a utilização e se pretende continuar utilizando, um dado chama a atenção: criptomoedas aparecem na frente de imóveis, títulos públicos e até previdência privada. Em 2025, 8% responderam que tinham conhecimento sobre eles, e 13% começariam ou continuariam a investir – sendo o segundo lugar de produtos que mais chamaram a atenção do investidor.

    A poupança segue como o principal produto de investimento do brasileiro, citada por dois em cada dez investidores. Ainda assim, sua participação vem perdendo força de forma gradual: 23% em 2021, 26% em 2022, 25% em 2023, 23% em 2024 e 22% em 2025.

    Mesmo com a perda de fôlego, a caderneta continua sendo o principal destino entre os investidores, apesar de render abaixo do CDI. Entre as gerações, o movimento é desigual: os boomers ampliaram em 5 pontos percentuais a exposição à poupança, enquanto a geração Z reduziu em 9 pontos.

    Na sequência, o crédito privado aparece como o segundo produto mais buscado pelo varejo, com 7% dos investidores alocados nessa classe, após um ano de forte demanda em 2025. Os fundos de investimento vêm em seguida, com 5% de participação.

    E o aumento entre as gerações nesses produtos é inversa: enquanto os boomers aumentaram a exposição na poupança – e a geração Z reduziu – em todos os outros ativos (títulos privados, fundos, moedas digitais e cripto, ações, títulos públicos e previdência privada) os boomers reduziram exposição, enquanto a geração Z aumentou.

    Isso mostra que, entre as classes mais altas, há uma migração para produtos mais sofisticados. Segundo a Anbima, as classes A e B registraram a maior redução na participação na poupança, que caiu de 34% em 2021 para 28% em 2025.

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