Logo após o ataque-surpresa planejado pelo grupo terrorista Hamas, que no sábado passado (7) lançou a maior ofensiva contra o território israelense dos últimos 50 anos, o primeiro-ministro de Israel, Bejamin Netanyahu, prometeu erradicar os terroristas islâmicos. Cinco dias se passaram, e a tensão aumenta à medida que Israel finaliza os detalhes da prometida ofensiva terrestre à Faixa de Gaza, região controlada pelos terroristas do Hamas.
Os ajustes necessários parecem atrasar a resposta de Israel, mas são necessários, na avaliação de especialistas. “Uma operação por terra envolve uma logística muito maior. Se passaram poucos dias para organizar uma ação que seja definitiva, como Israel quer”, explica James Onnig, professor de relações internacionais da Facamp (Faculdade de Campinas).
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