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    Home»Destaque»Soja: crescimento desequilibrado pode comprometer o potencial produtivo
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    Soja: crescimento desequilibrado pode comprometer o potencial produtivo

    BarthimanBarthimanabril 23, 2026
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    Com o fim da safra 25/26 e início do planejamento para a safra 26/27, técnicos e especialistas têm chamado atenção para um problema recorrente, mas que muitas vezes passa despercebido nas lavouras: o crescimento vegetativo excessivo da soja.

    A combinação de fatores como alta fertilidade do solo, cultivares de porte elevado e altos investimentos em tratos culturais podem causar desequilíbrios fisiológicos. O objetivo é produzir mais, mas se manejado incorretamente, esse excesso de estímulos pode comprometer o potencial produtivo da lavoura. Clique aqui para seguir o canal do CompreRural no Whatsapp Criação de Pacas: Como lucrar com a carne que chega a R$ 100,00 por quilo

    Um dos principais impactos desse desequilíbrio é a ocorrência de acamamento. Estimativas preliminares indicam que áreas afetadas podem registrar perdas de produtividade de até 62% em casos de acamamento severo, conforme dados apresentados por Baptistella J.L.C., Sartori, F.F., Felisberto, G. e Munhoz de Almeida, R.E. (2024), em artigo científico ainda em submissão sobre a cultura da soja no Brasil. Além disso, cerca de 30% dos produtores de soja brasileiros relatam a ocorrência de acamamento em suas áreas, apontam os dados da Nitro e Blink.

    É comum que o acamamento seja associado a perdas produtivas principalmente porque a soja perde vagens em contato com solo, além de dificultar a colheita. Mas é importante destacar que as perdas devido ao crescimento excessivo nem sempre vão estar relacionadas neste padrão de hastes das plantas.

    Segundo Vinícius Marangoni, Gerente de Portfólio de Nutrição, Fisiologia e adjuvantes da Nitro, o excesso de crescimento vegetativo altera a arquitetura da planta e provoca desequilíbrios fisiológicos. “A cultura passa a gastar energia de forma desnecessária no crescimento vegetativo, deixando de destinar recursos para o desenvolvimento reprodutivo: produzindo nós, vagens e grãos. Além disso, esse crescimento exagerado provoca outras alterações na arquitetura da planta, como o auto-sombreamento. É comum que lavouras não reguladas apresentem um dossel mais fechado, o que impede a chegada de luz ao baixeiro, dificultando o atingimento de defensivos e formando um microclima que favorece o desenvolvimento de doenças. A soma desses fatores muitas vezes provoca a queda de vagens e agrava as perdas produtivas’.

    Para maximizar os ganhos, especialistas recomendam atenção ao manejo agronômico desde o início da safra, com foco em fatores como população de plantas, escolha da cultivar e equilíbrio nutricional.

    “É fundamental que o produtor avalie o histórico das suas áreas e considere estratégias que contribuam para manter uma arquitetura de planta equilibrada, como o uso de reguladores de crescimento. Esse tipo de tecnologia tem potencial para não somente evitar perdas, mas podem também otimizar a fisiologia da cultura permitindo que ela expresse melhor seu potencial produtivo’, afirma Marangoni.

    Quando abordamos essa temática, falamos de pequenos ajustes no manejo que podem contribuir muito para o resultado final da safra. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a área plantada de soja no Brasil na safra 2025/26 é estimada em cerca de 48,9 milhões de hectares. Diante da dimensão da soja no sistema agrícola brasileiro, fatores agronômicos que impactam o rendimento das lavouras tornam-se decisivos para o resultado final da safra. Sobre a Nitro

    A Nitro é uma multinacional brasileira com 90 anos de história, com atuação nos segmentos de insumos para o agronegócio, especialidades químicas e químicos industriais. A Nitro ingressou no agro em 2019 e, em cinco anos no segmento, se consolidou como uma das três maiores empresas de nutrição e biológicos do setor. A Nitro conta com 6 unidades de produção no Brasil e 4 centros de Pesquisa e Desenvolvimento, além dos centros de distribuição, unidades internacionais e escritório administrativo em São Paulo (SP).

    *Conteúdo publicado pela estagiária Ana Gusmão sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira

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