O Brasil se despediu de forma precoce da Liga das Nações de Vôlei. A seleção masculina caiu ainda na fase inicial e pela primeira vez na história não avançou ao mata-mata.
Ontem, o time comandado por Bernardinho até ganhou da China por 3 a 0, parciais de 25/16, 25/20 e 25/21, em Chicago, mas a vitória não adiantou porque a seleção não conseguiu ficar entre os sete mais bem colocados que avançam para a fase final.
O Brasil encerrou a VNL na nona colocação, sua pior posição na história. Já a seleção feminina se classificou para o mata-mata e na próxima quarta enfrenta o Japão, às 8h30, por uma vaga na semifinal.
A crise no vôlei
O Brasil entrou em quadra contra a China já eliminado na fase inicial da VNL com uma rodada de antecedência. Esta é a primeira vez desde a criação do torneio que a seleção não avança para a fase mata-mata.
A queda veio com a vitória da Bulgária por 3 sets a 1 contra os Estados Unidos. Isso porque o Brasil dependia de uma combinação de resultados para conseguir a 7ª e última vaga — já que a China é sede e mesmo na lanterna está garantida.
A seleção teve uma campanha de apenas 7 vitórias em 12 jogos. Ela ficou atrás de países como Bulgária, Ucrânia e Turquia.
Sem o Brasil, a fase decisiva da Liga será em Ningbo, na China, entre os dias 29 de julho e 2 de agosto.
Agora a seleção tem o Sul-Americano como próximo compromisso, em setembro, no Maracanãzinho. O campeonato garante ao campeão uma vaga para as Olimpíadas de Los Angeles.





