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    Home»Destaque»Estado antecipa medidas para enfrentar aumento de vírus respiratórios no período de sazonalidade
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    Estado antecipa medidas para enfrentar aumento de vírus respiratórios no período de sazonalidade

    BarthimanBarthimanmarço 7, 2026
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    Com a aproximação do período de sazonalidade dos vírus respiratórios, especialmente entre abril e julho, a SES (Secretaria de Estado de Saúde) orienta os municípios a intensificarem as ações de vigilância, prevenção e organização da rede assistencial para enfrentar um possível aumento de casos de SG (Síndrome Gripal) e SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave).

    Historicamente, os meses mais frios registram maior circulação de vírus como Influenza, VSR (Vírus Sincicial Respiratório) e Rinovírus. Embora o coronavírus responsável pela pandemia de COVID-19 não siga um padrão sazonal tão definido quanto outros vírus respiratórios, sua elevada transmissibilidade, associada à circulação intensa de pessoas, pode favorecer aumentos no número de casos ao longo do ano, inclusive em períodos que não coincidem com os meses mais frios.

    Vigilância ativa e preparação antecipada

    A SES recomenda que os gestores municipais organizem, de forma antecipada, os fluxos de identificação, coleta de amostras e notificação oportuna dos casos de SG e SRAG, conforme as Notas Técnicas Estaduais e o Guia de Vigilância Integrada da COVID-19, Influenza e outros vírus respiratórios de importância em saúde pública.

    A articulação entre vigilância epidemiológica e equipes assistenciais também é considerada essencial para garantir atendimento e tratamento oportunos, independentemente do resultado laboratorial.

    Para o secretário de Saúde do Estado, Maurício Simões, o planejamento é a principal ferramenta para reduzir impactos na rede. “Nosso foco é agir antes do aumento expressivo de casos. Estamos orientando os municípios a revisarem fluxos, fortalecerem a vigilância e organizarem a assistência para que o sistema esteja preparado. A prevenção começa com planejamento e resposta rápida’.

    Vacinação como principal estratégia de proteção

    A vacinação contra Influenza e COVID-19 permanece como a medida mais eficaz para evitar complicações, hospitalizações e óbitos, além de contribuir para reduzir a circulação viral na comunidade, protegendo especialmente os grupos mais vulneráveis.

    Para a coordenadora de Imunização da SES, Ana Paula Goldfinger, ampliar a cobertura vacinal é fundamental neste momento. “A imunização é a forma mais segura e eficaz de prevenir casos graves. Precisamos que a população procure as unidades de saúde e mantenha a caderneta atualizada, principalmente idosos, crianças, gestantes e pessoas com comorbidades’.

    Monitoramento e tratamento oportuno

    Devido à capacidade de rápida disseminação global da Influenza, inclusive com a possibilidade de surgimento de novos subtipos virais, e às características evolutivas dos vírus respiratórios, o monitoramento contínuo é indispensável.

    A detecção dos agentes etiológicos permite avaliar como os vírus estão circulando na comunidade e quais perfis populacionais estão sendo mais afetados, subsidiando estratégias de prevenção e controle.

    Para a gerente de Influenza e Doenças Respiratórias da SES, Lívia Mello, o tratamento precoce é decisivo para evitar agravamentos. “Todos os casos de SRAG e os casos de síndrome gripal associados a fatores de risco devem iniciar o antiviral o mais rápido possível, conforme os protocolos vigentes. Não se deve aguardar confirmação laboratorial quando há indicação clínica, pois o tempo é determinante para evitar casos graves e óbitos’.

    Atuação preventiva

    Mesmo sem registros expressivos neste momento, a SES reforça que a estratégia é preventiva. A experiência dos últimos anos demonstra que a organização antecipada da rede reduz impactos assistenciais e protege a população.

    A orientação é que municípios mantenham vigilância ativa, notificação oportuna e integração entre atenção primária, urgência e hospitais, garantindo resposta coordenada diante de eventual aumento de casos durante a sazonalidade de vírus respiratórios.

    André Lima, Comunicação SES

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