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    Home»Destaque»Proteínas animais e lácteos puxam alta dos alimentos em 2025
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    Proteínas animais e lácteos puxam alta dos alimentos em 2025

    BarthimanBarthimanjaneiro 31, 2026
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    As proteínas animais estiveram entre os principais vetores de pressão sobre os preços dos alimentos no Brasil em 2025. A carne bovina, a carne suína e os derivados lácteos encerraram o ano com altas expressivas, refletindo custos elevados, oferta ajustada e demanda firme, tanto no mercado interno quanto externo. O movimento impactou diretamente o orçamento do consumidor e ajudou a sustentar a inflação de alimentos ao longo do período.

    Dados do estudo “Variações de Preços: Brasil & Regiões’, elaborado pela Neogrid, mostram que, apenas em dezembro, a carne bovina teve aumento médio de 2,3% no país, enquanto a carne suína subiu 2,2% na comparação mensal. No acumulado do ano, os queijos registraram valorização de 12,4%, consolidando-se entre os itens mais pressionados da cesta alimentar.

    Apesar desse cenário, o fechamento de 2025 trouxe um alívio pontual para o segmento lácteo. O leite UHT apresentou queda média nacional de 5,3% em dezembro, movimento que também foi observado de forma mais intensa na Região Sul, onde a retração chegou a 7,7%. Outros derivados do leite também recuaram no Sul, como queijos (-3,8%) e leite em pó (-3,3%), contribuindo para conter a inflação de curto prazo.

    Segundo Anna Carolina Fercher, líder de Dados Estratégicos da Neogrid, o comportamento das proteínas animais ao longo do ano ajuda a explicar o cenário inflacionário observado. “2025 foi marcado por pressões relevantes em categorias estratégicas, como carnes e café, impulsionadas por custos elevados, oferta mais restrita e forte demanda externa, o que pressionou diretamente o orçamento do consumidor’, analisa.

    No caso específico da carne bovina, a combinação entre custos de produção mais altos, ajustes na oferta e a força das exportações

    contribuiu para a valorização do produto ao longo do ano. Já na cadeia do leite, a elevação dos preços de derivados como os queijos refletiu tanto o encarecimento da matéria-prima em determinados períodos quanto o aumento dos custos industriais e logísticos.

    Além das proteínas animais, outros itens essenciais da cesta de consumo também fecharam 2025 em alta. A margarina acumulou aumento de 12,1%, o creme dental subiu 11,7% e a cerveja registrou elevação de 6,2%, evidenciando um cenário disseminado de reajustes ao longo do ano.

    O destaque negativo ficou novamente com o café, que liderou as altas no acumulado anual. Entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025, o produto ficou 40,7% mais caro, com o preço médio passando de R$ 53,58 para R$ 76,36. A elevação ocorreu mesmo diante de uma safra brasileira estimada em 56,5 milhões de sacas, crescimento de 4,3% em relação a 2024, segundo a Conab. No entanto, a produção de café arábica, variedade mais consumida no mercado interno, caiu 9,7%, impactada por baixa produtividade e condições climáticas adversas, o que reduziu a oferta e pressionou os preços.

    Apesar das altas acumuladas, dezembro trouxe quedas relevantes em itens básicos da alimentação, ajudando a amenizar a inflação no curto prazo. Além do leite UHT, os ovos recuaram 3,6% e o arroz, 2,2%, no fechamento do ano.

    No recorte regional, a Região Sul apresentou comportamento heterogêneo dos preços em dezembro. Enquanto os legumes lideraram as altas, com avanço de 8,4%, também registraram elevação a água mineral (3,8%), os biscoitos (3,5%), os bovinos (3,4%) e o sabonete (2,7%). Por outro lado, além dos lácteos, o frango teve queda de 3,1% no período.

    No cenário macroeconômico, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) avançou 0,33% em dezembro de 2025, acelerando em relação a novembro e indicando a manutenção de um ambiente inflacionário, ainda que com comportamento desigual entre os diferentes grupos de consumo.

    Para 2026, a avaliação da Neogrid é de um cenário mais moderado, embora ainda desafiador. “Itens sensíveis ao câmbio e à conjuntura global devem seguir pressionados, enquanto mercadorias básicas tendem a apresentar maior estabilidade, reduzindo o risco de uma inflação disseminada. Ainda assim, fatores climáticos e macroeconômicos continuam exigindo atenção’, conclui Anna Carolina Fercher.

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