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    Home»Destaque»O preço do trigo recebido pelos produtores catarinenses subiu 3,5% em setembro de 2026, alcançando R$ 73,47 por saca de 60 quilos. Na comparação com o mesmo mês de 2025, a valorização foi de 1,34%. O movimento ocorre em um cenário de oferta limitada e dificuldades climáticas nas principais regiões produtoras do país, fatores que afetam tanto a colheita quanto a qualidade dos grãos. No Paraná, a cotação média no mercado-balcão chegou a R$ 78,47 por saca, alta de 4,8% em relação a agosto. No Rio Grande do Sul, o valor alcançou R$ 71,90, avanço mensal de 3%. Os dados integram o Boletim Agropecuário de outubro de 2026, elaborado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri/Cepa). A produção brasileira enfrenta dificuldades desde o planejamento da safra. Segundo o levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) citado no boletim, a área cultivada com trigo em 2026 é inferior a 2 milhões de hectares, a menor desde 2017. Além do desestímulo relacionado às condições de mercado, as lavouras do Sul foram afetadas pelo excesso de chuva, pela umidade elevada, por episódios de granizo e por geadas durante as fases de maturação e colheita. Imagem criada por Jaqueline Galvão/OP Rural/ChatGPT No Rio Grande do Sul, as primeiras áreas colhidas confirmaram as expectativas de redução da produtividade e da qualidade. A combinação de dias nublados, temperaturas amenas e umidade favoreceu doenças nas espigas, como giberela e brusone. No Paraná, o avanço da colheita também depende de períodos de tempo seco e da redução da umidade dos grãos. Em Santa Catarina, aproximadamente 14% da área destinada ao trigo havia sido colhida até a última semana de setembro. Naquele momento, 85% das lavouras apresentavam boas condições, enquanto 15% estavam classificadas como médias. Nas regiões de Chapecó e Xanxerê, responsáveis por 38% da produção estadual, foram registrados problemas de acamamento provocados por chuvas e ventos fortes. As primeiras áreas colhidas nessas duas microrregiões apresentaram produtividade entre 2.220 e 3.300 quilos por hectare. Em São Miguel do Oeste, os rendimentos variaram de 2.600 a 3.200 quilos por hectare, apesar dos prejuízos causados pelas chuvas e da necessidade de controle de doenças fúngicas. As perspectivas internacionais também apontam para uma redução da produção. Para a safra mundial 2026/27, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) projeta 822,43 milhões de toneladas de trigo, abaixo das 843,99 milhões estimadas para o ciclo 2025/26. No mesmo intervalo, o consumo global deverá passar de 823,98 milhões para 826,75 milhões de toneladas. No Brasil, a produção projetada caiu para 6,3 milhões de toneladas. Para atender à demanda interna prevista para 2027, a indústria nacional estima a necessidade de importar até 7,5 milhões de toneladas. O boletim aponta que o câmbio e os fretes marítimos podem elevar os custos de aquisição do cereal. A combinação entre menor disponibilidade interna e dificuldades na produção reforça a importância do comportamento dos preços e da qualidade dos grãos colhidos nos próximos meses.
    Destaque

    O preço do trigo recebido pelos produtores catarinenses subiu 3,5% em setembro de 2026, alcançando R$ 73,47 por saca de 60 quilos. Na comparação com o mesmo mês de 2025, a valorização foi de 1,34%. O movimento ocorre em um cenário de oferta limitada e dificuldades climáticas nas principais regiões produtoras do país, fatores que afetam tanto a colheita quanto a qualidade dos grãos. No Paraná, a cotação média no mercado-balcão chegou a R$ 78,47 por saca, alta de 4,8% em relação a agosto. No Rio Grande do Sul, o valor alcançou R$ 71,90, avanço mensal de 3%. Os dados integram o Boletim Agropecuário de outubro de 2026, elaborado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri/Cepa). A produção brasileira enfrenta dificuldades desde o planejamento da safra. Segundo o levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) citado no boletim, a área cultivada com trigo em 2026 é inferior a 2 milhões de hectares, a menor desde 2017. Além do desestímulo relacionado às condições de mercado, as lavouras do Sul foram afetadas pelo excesso de chuva, pela umidade elevada, por episódios de granizo e por geadas durante as fases de maturação e colheita. Imagem criada por Jaqueline Galvão/OP Rural/ChatGPT No Rio Grande do Sul, as primeiras áreas colhidas confirmaram as expectativas de redução da produtividade e da qualidade. A combinação de dias nublados, temperaturas amenas e umidade favoreceu doenças nas espigas, como giberela e brusone. No Paraná, o avanço da colheita também depende de períodos de tempo seco e da redução da umidade dos grãos. Em Santa Catarina, aproximadamente 14% da área destinada ao trigo havia sido colhida até a última semana de setembro. Naquele momento, 85% das lavouras apresentavam boas condições, enquanto 15% estavam classificadas como médias. Nas regiões de Chapecó e Xanxerê, responsáveis por 38% da produção estadual, foram registrados problemas de acamamento provocados por chuvas e ventos fortes. As primeiras áreas colhidas nessas duas microrregiões apresentaram produtividade entre 2.220 e 3.300 quilos por hectare. Em São Miguel do Oeste, os rendimentos variaram de 2.600 a 3.200 quilos por hectare, apesar dos prejuízos causados pelas chuvas e da necessidade de controle de doenças fúngicas. As perspectivas internacionais também apontam para uma redução da produção. Para a safra mundial 2026/27, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) projeta 822,43 milhões de toneladas de trigo, abaixo das 843,99 milhões estimadas para o ciclo 2025/26. No mesmo intervalo, o consumo global deverá passar de 823,98 milhões para 826,75 milhões de toneladas. No Brasil, a produção projetada caiu para 6,3 milhões de toneladas. Para atender à demanda interna prevista para 2027, a indústria nacional estima a necessidade de importar até 7,5 milhões de toneladas. O boletim aponta que o câmbio e os fretes marítimos podem elevar os custos de aquisição do cereal. A combinação entre menor disponibilidade interna e dificuldades na produção reforça a importância do comportamento dos preços e da qualidade dos grãos colhidos nos próximos meses.

    BarthimanBarthimanoutubro 22, 2026
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    Alguns dos principais nomes do Santos e responsáveis pela arracanda da equipe no Campeonato Brasileiro têm futuro incerto no clube. São os casos de Neymar, Gabigol, Everton Cebolinha, Philippe Coutinho, entre outros.

    A diretoria santista vive um impasse. Ao mesmo tempo que deseja manter o grupo, não irá tomar nenhuma decisão antes de dezembro, quando o clube terá eleição presidencial.

    Aliados do atual presidente, Marcelo Teixeira, afirmam que caso haja mudança no comando há uma chance de debandada. Eles se apoiam principalmente na relação entre Neymar e seu pai com Teixeira, que vem desde o início da carreira do jogador.

    Opositores discordam dessa argumentação e alegam que isso é uma estratégia eleitoral. Em paralelo, também tentam se aproximar do estafe do camisa 10.

    Embora não avance nas negociações, o Santos tem falado informalmente com estes atletas como forma de “preparar o terreno” para as renovações.

    A participação ou não do time na Conmebol Libertadores em 2027 também deve influenciar diretamente na manutenção dos atletas.

    Além de ser um atrativo a mais para a permanência dos jogadores, o torneio continental rende mais dinheiro e, consequentemente, permite um investimento maior em salários.

    Mais sobre o Santos: + Arthur volta a treinar em campo, mas Peixe adota cautela + Em reforma, Vila Belmiro terá capacidade reduzida no sábado

    Além do quarteto já citado, Arthur, Gabriel Menino, Lima e William Arão também têm vínculo com o Peixe somente até 31 de dezembro.

    Um dos casos mais delicados é o de Gabigol, pois o jogador está emprestado pelo Cruzeiro. Ao contratá-lo, o Santos não fixou um valor para compra. Assim, terá de chegar a um acordo com o clube mineiro.

    – O principal é uma eleição. O Gabigol é outro que tem uma relação com a família Teixeira, de confiança muito grande. Enfim, tem uma eleição e isso vai interferir muito ali na credibilidade das pessoas ali para as coisas acontecerem. No caso do Gabigol, não é momento pra isso, nós temos jogos, o Cruzeiro também, o Gabigol hoje é um ativo bem valorizado – afirmou o diretor executivo Alexandre Mattos, em entrevista ao ge.

    – A gente vai entender isso lá na frente. Não sabemos se o Cruzeiro quer, se ele vai ter proposta. É claro que sempre há um pensamento e planejamento. Mas, vamos estar na Libertadores? Sul-Americana? Enfim, tudo pode interferir, mas o principal certamente será o desejo do atleta, porque ele desejou vir – completou.

    O Santos está confiante quanto a permanência dos astros. O entendimento da direção é de que os atletas estão felizes no clube e motivados a conquistar objetivos maiores no futuro.

    A equipe volta a campo no próximo sábado, contra o Bahia, às 21h, na Vila Belmiro.

     

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