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    Home»Destaque»Assembleia suspende sessão em apoio a Zé Teixeira
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    Assembleia suspende sessão em apoio a Zé Teixeira

    BarthimanBarthimanoutubro 22, 2026
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    A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) levantou a sessão plenária desta quinta-feira (22) em razão do falecimento de Ivanilde Zanfolin Teixeira, de 83 anos, esposa do deputado estadual Zé Teixeira (PL). A decisão foi anunciada pelo presidente da Casa de Leis, deputado Gerson Claro (PP), após manifestação do 1º secretário, deputado Paulo Corrêa (PL), no início dos trabalhos.

    Paulo Corrêa propôs a consulta aos parlamentares sobre o levantamento da sessão e manifestou solidariedade ao colega. “Nesse momento desejamos grande força ao nosso amigo e deputado Zé Teixeira para que cuide da família”, declarou.

    O presidente Gerson Claro também comunicou o falecimento e propôs uma moção de pesar em nome da Assembleia Legislativa, em homenagem a Ivanilde e aos familiares. Com base no artigo 116 do Regimento Interno da Casa, que prevê a deliberação do Plenário para a suspensão ou o levantamento da sessão, o presidente anunciou a medida, que foi efetivada, encerrando os trabalhos.

    Companheira de vida e trajetória

    Ivanilde morreu na tarde de quarta-feira (21), em Dourados, onde estava internada desde domingo (18), após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC). Nascida em 22 de junho de 1943, foi casada por 66 anos com Zé Teixeira, a quem acompanhou e apoiou ao longo de sua trajetória como agropecuarista e homem público.

    Reconhecida pela fé católica, generosidade e dedicação à família, Ivanilde deixa os filhos Nilson e Eliana, além de familiares e amigos que compartilham a dor da perda. Sua história foi marcada pelo companheirismo, amor e união familiar.

    Homenagem a Eudócio Gonzalez Neto

    Durante a sessão, Gerson Claro também propôs moção de pesar aos familiares de Eudócio Gonzalez Neto, conhecido como Massaroca, falecido também na quarta-feira, em Maracaju, aos 70 anos.

    Advogado inscrito na Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Mato Grosso do Sul (OAB/MS), desde 1986, Eudócio teve atuação destacada na advocacia e na articulação política da região de Maracaju. Presidiu a 13ª Subseção da OAB/MS, no município, por dois mandatos: de 2006 a 2009 e de 2013 a 2015.

    As manifestações de pesar registram a solidariedade da Assembleia Legislativa aos familiares e amigos neste momento de luto.

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    O preço do trigo recebido pelos produtores catarinenses subiu 3,5% em setembro de 2026, alcançando R$ 73,47 por saca de 60 quilos. Na comparação com o mesmo mês de 2025, a valorização foi de 1,34%. O movimento ocorre em um cenário de oferta limitada e dificuldades climáticas nas principais regiões produtoras do país, fatores que afetam tanto a colheita quanto a qualidade dos grãos. No Paraná, a cotação média no mercado-balcão chegou a R$ 78,47 por saca, alta de 4,8% em relação a agosto. No Rio Grande do Sul, o valor alcançou R$ 71,90, avanço mensal de 3%. Os dados integram o Boletim Agropecuário de outubro de 2026, elaborado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri/Cepa). A produção brasileira enfrenta dificuldades desde o planejamento da safra. Segundo o levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) citado no boletim, a área cultivada com trigo em 2026 é inferior a 2 milhões de hectares, a menor desde 2017. Além do desestímulo relacionado às condições de mercado, as lavouras do Sul foram afetadas pelo excesso de chuva, pela umidade elevada, por episódios de granizo e por geadas durante as fases de maturação e colheita. Imagem criada por Jaqueline Galvão/OP Rural/ChatGPT No Rio Grande do Sul, as primeiras áreas colhidas confirmaram as expectativas de redução da produtividade e da qualidade. A combinação de dias nublados, temperaturas amenas e umidade favoreceu doenças nas espigas, como giberela e brusone. No Paraná, o avanço da colheita também depende de períodos de tempo seco e da redução da umidade dos grãos. Em Santa Catarina, aproximadamente 14% da área destinada ao trigo havia sido colhida até a última semana de setembro. Naquele momento, 85% das lavouras apresentavam boas condições, enquanto 15% estavam classificadas como médias. Nas regiões de Chapecó e Xanxerê, responsáveis por 38% da produção estadual, foram registrados problemas de acamamento provocados por chuvas e ventos fortes. As primeiras áreas colhidas nessas duas microrregiões apresentaram produtividade entre 2.220 e 3.300 quilos por hectare. Em São Miguel do Oeste, os rendimentos variaram de 2.600 a 3.200 quilos por hectare, apesar dos prejuízos causados pelas chuvas e da necessidade de controle de doenças fúngicas. As perspectivas internacionais também apontam para uma redução da produção. Para a safra mundial 2026/27, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) projeta 822,43 milhões de toneladas de trigo, abaixo das 843,99 milhões estimadas para o ciclo 2025/26. No mesmo intervalo, o consumo global deverá passar de 823,98 milhões para 826,75 milhões de toneladas. No Brasil, a produção projetada caiu para 6,3 milhões de toneladas. Para atender à demanda interna prevista para 2027, a indústria nacional estima a necessidade de importar até 7,5 milhões de toneladas. O boletim aponta que o câmbio e os fretes marítimos podem elevar os custos de aquisição do cereal. A combinação entre menor disponibilidade interna e dificuldades na produção reforça a importância do comportamento dos preços e da qualidade dos grãos colhidos nos próximos meses.

    outubro 22, 2026

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